Eles foram presos no último dia 10e, cinco dias depois, a prisão temporária foi convertida para preventiva, que não tem prazo para terminar.
O ministro Fachin mandou prender os dois a pedido da Procuradoria Geral da República, que apontou suspeitas de omissão no acordo de delação dos dois e suspeitas de que teriam tido orientação de um procurador – Marcelo Miller –, que depois deixou a função.
Fachin suspendeu os benefícios de ambos previstos no acordo de delação e atualmente analisa se homologa a rescisão do acordo apresentada pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.
A defesa dos executivos quer que o ministro revogue a prisão ou leve o recurso para discussão na Segunda Turma do tribunal.
Os advogados afirmam que a prisão dos dois coloca em risco a segurança jurídica do acordo de delação, que ainda está válido
Fonte: G1
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