A coordenação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) explica que o quadro é causado pela falta de umidade no ar aliada ao baixo volume de chuvas na região amazônica nos últimos meses, responsável por criar os sistemas de chuvas que chegam a essa parte do País. A temperatura também é alvo da falta de umidade.
A previsão destaca que a primeira quinzena de setembro deve registrar temperaturas máximas, que se estendem até que caiam as primeiras precipitações. A vazão de rios como Tocantins, Araguaia e São Francisco está abaixo da média. Isso tem levado a problemas de abastecimento de água para consumo humano e para atividades agropecuárias.
A situação é mais crítica no Nordeste, já que setembro, outubro e novembro são os meses mais secos do ano.
Portal Brasil
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