Assembleia Geral do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), realizada ontem segunda-feira (22.05), em Cuiabá, com a participação de representantes de 99 municípios aprovou indicativo de greve para início do segundo semestre de 2017, caso o governo do estado persista no calote salarial e de direitos dos profissionais da educação pública de Mato Grosso.
Entre as deliberações estiveram também a aprovação para participação no calendário de mobilização estadual, com Greve Geral Unificada para o dia 29 de maio; participação nos atos nacionais que exigem ‘Fora Temer’, ‘Diretas Já!’ e não as reformas Trabalhistas e da Previdência. E mais, foi incluído e aprovado na votação, a suspensão das aulas de sábado, que não estão sendo pagas pelo governo, e também um ato, em 16 de junho, para protestar contra o programa Ensina Brasil.
A explanação da pauta foi realizada com a ressalva de que o governo, até a presente data, não havia encaminhado resposta ao documento protocolado pelo Sintep/MT. O que confirmou a ausência de compromisso com as cobranças feita pelos profissionais, demonstrando o descaso com que vem tratando a categoria. Apesar do cenário, o secretário de Políticas Educacionais da Seduc-MT, Edinaldo Gomes de Sousa, esteve durante algum tempo na Assembleia, mas não sem manifestou.
O presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento, foi taxativo nas cobranças. “Exigimos o cumprimento do compromisso do governo nas negociações feitas junto ao Tribunal de Justiça e Ministério Publico estaduais, em 2016. Exigimos a realização de Concurso Público e a integralidade da Lei da Dobra do Poder de Compra da Lei 510/2013”. O presidente ressaltou que, conforme estabelecido, o governo deve garantir o resíduo de 2016 (3,92%), acrescido a Inflação de 2016 (6,58%) mais o valor fixo da Lei, que em 2017 é de 7,69%. E mais respeito à Lei de Gestão democrática que assegurou a eleição dos gestores no espaço da escola.
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