Uma família de Alto Taquari, a 509 km de Cuiabá, tenta conseguir tratamento para um bebê recém-nascido, que nasceu com uma malformação no coração, e está internado na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá. Os pais entraram com um pedido na Justiça para que o estado pague as despesas com o procedimento cirúrgico e conseguiu uma liminar. No entanto, a decisão ainda não foi cumprida. A Secretaria Estadual de Saúde informou que ainda não tem uma solução para esse caso.
Arthur nasceu no dia último dia 10 e foi levado no mesmo dia para a UTI neonatal da Santa Casa. O pediatra da unidade de saúde, Gustavo Lulio, explica que o bebê precisar passar por uma cirurgia considerada de risco. O procedimento, que deve ser realizado em São Paulo, servirá para reconstruir o coração da criança.
"Ele tem uma malformação do coração. O caso dele é de urgência e envolve riscos, tanto no transporte, quanto na cirurgia", explicou o médico.
A ação foi protocolada pela família no dia 19 de janeiro e deferida no mesmo dia pela Justiça, que deu o prazo de 24 horas para o cumprimento da determinação.
O custo estimado do tratamento e da cirurgia é de R$ 150 mil, mas o promotor de Justiça, Marcelo Linhares, avalia que o valor inicial previsto para o tratamento é insuficiente. Ele afirmou que irá pedir à Justiça a complementação dos recursos.
"O Ministério Público fez o pedido de bloqueio de verbas do governo do estado para que seja transferido para o município, que deverá contratar o serviço necessário", disse.
A mãe do bebê, Jucely Rosa de Souza, contou que logo após o nascimento Arthur foi levado para a Santa Casa e pede a ajuda do estado com o custeio do tratamento do filho. "Estou quase morando no hospital e peço a ajuda do estado para pagar a cirurgia, pois o valor do tratamento é muito alto. Desejo que ninguém passe por isso, porque é uma situação muito difícil, que só quem passa sabe como é", declarou.
Arthur nasceu no dia último dia 10 e foi levado no mesmo dia para a UTI neonatal da Santa Casa. O pediatra da unidade de saúde, Gustavo Lulio, explica que o bebê precisar passar por uma cirurgia considerada de risco. O procedimento, que deve ser realizado em São Paulo, servirá para reconstruir o coração da criança.
"Ele tem uma malformação do coração. O caso dele é de urgência e envolve riscos, tanto no transporte, quanto na cirurgia", explicou o médico.
A ação foi protocolada pela família no dia 19 de janeiro e deferida no mesmo dia pela Justiça, que deu o prazo de 24 horas para o cumprimento da determinação.
O custo estimado do tratamento e da cirurgia é de R$ 150 mil, mas o promotor de Justiça, Marcelo Linhares, avalia que o valor inicial previsto para o tratamento é insuficiente. Ele afirmou que irá pedir à Justiça a complementação dos recursos.
"O Ministério Público fez o pedido de bloqueio de verbas do governo do estado para que seja transferido para o município, que deverá contratar o serviço necessário", disse.
A mãe do bebê, Jucely Rosa de Souza, contou que logo após o nascimento Arthur foi levado para a Santa Casa e pede a ajuda do estado com o custeio do tratamento do filho. "Estou quase morando no hospital e peço a ajuda do estado para pagar a cirurgia, pois o valor do tratamento é muito alto. Desejo que ninguém passe por isso, porque é uma situação muito difícil, que só quem passa sabe como é", declarou.
Fonte: G1MT
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