A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa(DHPP) foi acionada por volta de 12h desta terça-feira (24) para atender uma ocorrência em um bar localizado ao lado de um posto de combustíveis, no bairro São Mateus, em Várzea Grande. O homem executado tem um vasto histórico criminal.
Entre os crime praticados há arrombamentos de caixas eletrônicos e roubos de caminhões, principalmente, os que buscavam estacionamento na região da Rodovia dos Imigrantes.
Genildo Donizete Machado, 46 anos, foi morto enquanto bebia cerveja no bar. Ele estava sozinho na mesa quando um homem usando camiseta preta e bermuda jeans desceu de um veículo modelo Parati de cor preta e com um revólver na mão o executou. Cinco tiros foram disparados.
Um homem que estava no bar, porém em outra mesa, foi baleado na perna. Ele estava indo ao banheiro e foi atingido na panturrilha, mas a polícia acredita que o alvo seria apenas Genildo, que morreu no local. Um dos tiros acertou o rosto e os outros no tórax.
Médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram ao local, mas apenas confirmaram o óbito.
A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) foi acionada para investigar o caso.
Histórico pesado
Genildo Machado tem um vasto histórico criminal. Ele foi apontado pela Polícia Federal com o líder de uma organização que praticou dezenas de arrombamentos de caixas, roubos de caminhões e de medicamentos controlados em Mato Grosso nos anos de 2010 e 2011, quando a quadrilha foi desbaratada na "Operação Balista".
Oriundo da região Oeste do Estado, também tem passagens pelos crimes de tráficos de drogas e assaltos. Ele também foi alvo da CPI do Narcotráfico que no final dos anos 2000 investigou uma quadrilha de irmãos e primos que eram responsáveis por pegar droga na região de Cáceres e distribuir em diversas cidades de Mato Grosso.
Genildo estava preso até o ano passado no Centro de Ressocialização de Cuiabá. Ele arrombou caixas eletrônicos em Várzea Grande e Rondonópolis e foi apontado como um dos líderes do roubo de um carro forte em Jangada em 2012. Ele também era acusado junto com seu irmão José Maria Machado de matar um caseiro em 2012 na cidade de São José dos Quatro Marcos.
Genildo deixou a cadeia em 2016, mas ainda tinha que ir todo mês ao Fórum de Cuiabá assinar sua ficha de detento do regime aberto.
Por enquanto, o autor do assassinato contra Genildo é desconhecido.
Entre os crime praticados há arrombamentos de caixas eletrônicos e roubos de caminhões, principalmente, os que buscavam estacionamento na região da Rodovia dos Imigrantes.
Genildo Donizete Machado, 46 anos, foi morto enquanto bebia cerveja no bar. Ele estava sozinho na mesa quando um homem usando camiseta preta e bermuda jeans desceu de um veículo modelo Parati de cor preta e com um revólver na mão o executou. Cinco tiros foram disparados.
Um homem que estava no bar, porém em outra mesa, foi baleado na perna. Ele estava indo ao banheiro e foi atingido na panturrilha, mas a polícia acredita que o alvo seria apenas Genildo, que morreu no local. Um dos tiros acertou o rosto e os outros no tórax.
Médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram ao local, mas apenas confirmaram o óbito.
A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) foi acionada para investigar o caso.
Histórico pesado
Genildo Machado tem um vasto histórico criminal. Ele foi apontado pela Polícia Federal com o líder de uma organização que praticou dezenas de arrombamentos de caixas, roubos de caminhões e de medicamentos controlados em Mato Grosso nos anos de 2010 e 2011, quando a quadrilha foi desbaratada na "Operação Balista".
Oriundo da região Oeste do Estado, também tem passagens pelos crimes de tráficos de drogas e assaltos. Ele também foi alvo da CPI do Narcotráfico que no final dos anos 2000 investigou uma quadrilha de irmãos e primos que eram responsáveis por pegar droga na região de Cáceres e distribuir em diversas cidades de Mato Grosso.
Genildo estava preso até o ano passado no Centro de Ressocialização de Cuiabá. Ele arrombou caixas eletrônicos em Várzea Grande e Rondonópolis e foi apontado como um dos líderes do roubo de um carro forte em Jangada em 2012. Ele também era acusado junto com seu irmão José Maria Machado de matar um caseiro em 2012 na cidade de São José dos Quatro Marcos.
Genildo deixou a cadeia em 2016, mas ainda tinha que ir todo mês ao Fórum de Cuiabá assinar sua ficha de detento do regime aberto.
Por enquanto, o autor do assassinato contra Genildo é desconhecido.
Fonte: hiper noticias
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