Dados divulgados nesta terça-feira (24) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) apresentam redução nos casos de dengue e febre chikungunya nas duas primeiras semanas de 2017. Não foi registrado nenhum caso de zika neste ano. Ambas doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, que se prolifera na água parada.Foram registrados 36 casos no período de 1 a 14 de janeiro, o que significa uma redução de 99% em relação ao mesmo período de 2016, quando 4.091 casos foram registrados.Houve diagnóstico de quatro casos de febre Chikungunya neste ano, o que representa 97% a menos que em 2016, quando foram notificados 130 casos. Até o momento não há confirmação de óbitos pela doença em 2017.Neste mês, foram notificados três casos de febre Chikungunya, em Cuiabá, Campo Novo do Parecis e Cáceres. De acordo com a secretaria, ainda não foi identificado nenhum caso de Zika vírus neste ano. No mesmo período de 2016 foram registrados 3.798 casos da doença. No ano passado, foram registrados 24.850 infecções pelo vírus da Zika.
Mortes
Conforme o último boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Saúde, em dezembro do ano passado, foram confirmadas cinco mortes em decorrência da dengue em 2016. Seis casos de mortes por suspeita de dengue ainda estão sob investigação.
A orientação é que a população se previna de criadouros do mosquito transmissor das doenças. Um levanto demonstrou que 80% dos criadouros estão nas residências.Em todo o país, as três doenças (dengue, Zika e Chikungunya) causaram a morte de 794 pessoas. A região Centro-Oeste teve a maior incidência de dengue, com 1.313,8 casos para cada 100 mil habitantes, seguida do Sudeste, com 999,5 casos por 100 mil. O Centro-Oeste também concentra a maioria dos casos de zika: 219,2 casos por 100 mil habitantes. A região só não lidera o número de casos de chikungunya, posição ocupada pelo Nordeste.
Fonte: G1MT
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