O preço da cesta básica sofreu a maior variação no ano em junho com alta de 23% ante ao igual mês do ano passado. Hoje, é necessário o desembolso médio de R$ 437 para comprar o conjunto básico da alimentação. Os vilões feijão e batata foram os itens que mais encareceram, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada (Imea). O salário mínimo está em R$ 880.
O quilo do feijão carioca teve alta de 163% nos últimos 12 meses. O preço saiu de R$ 17,80, em maio de 2015, para R$ 46,70 na oferta do varejo. Na passagem de maio para junho deste ano, o preço médio subiu 41%.
O quilo da batata inglesa teve correção de 83% na comparação entre os meses de junho. No ano passado, custava na faixa de R$ 23,20, e neste ano o preço gira em torno de R$ 42,70, mesmo com queda de 1% na comparação com maio de 2015.
O arroz e o açúcar também tiveram forte alta nos preços. O pacote de 5kg do arroz custa hoje R$ 9,60, preço 43% maior que os R$ 6,70 do ano passado e 7% acima do preço em maio deste ano. Já o açúcar aumentou em 40%. O pacote de 2kg custava R$ 4,60 em junho do ano passado e hoje está com média de R$ 6,5. Em relação a maio de 2016, houve redução de 6%.
Apenas o quilo da carne bovina e banana mantiveram reajuste abaixo de 10%. A variação foi de 5%, saindo de R$ 130,10 para R$ 136,50. O único item da cesta básica a apresentar forte queda foi o tomate que perdeu 12% de seu preço na comparação com o ano passado. Custa hoje o preço médio de R$ 49,50, o quilo. O preço da banana da terra aumentou 6%, de R$ 17 (em 2015) para 17,90%.
Os itens averiguados com alta pelo Imea foram: leite UHT (32%), o quilo da farinha de mandioca (17%), pão francês (34%), café em pó (16%), e o óleo de soja (22%).
Reinaldo Fernandes
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