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Um dos objetivos principais é saber se os pecuaristas retiraram mais de 2,5 mil cabeças de gado da região, conforme determinação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA)
MPF acompanha desocupação de produtores rurais de terra indígena no Nortão
O Ministério Público Federal abriu um inquérito civil para apurar a regularidade na desocupação de produtores rurais da área indígena Kayabi, localizada entre os municípios de Apiacás (470 quilômetros de Sinop), em Mato Grosso, e Jacareacanga, no sul do Pará. Um dos objetivos principais é saber se os pecuaristas retiraram mais de 2,5 mil cabeças de gado da região, conforme determinação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA).
A superintendência do órgão deverá ser oficiada e prestar esclarecimentos. A procuradora responsável pelo inquérito, Flávia Cristina Torres, também determinou que a sede do MPF, em Itaiutuba, no Pará, seja contatada para informar quais as providências tomadas em relação ao caso. Não foi informado prazo para conclusão das diligências.
A investigação teve início com uma petição encaminhada pela associação dos produtores rurais, que cobravam a elaboração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a fim de que garantissem a posse da área até que a demarcação fosse finalizada. No documento, a associação alega que os trabalhadores estão na região desde 2001e que, desde então, fizeram diversas melhorias na propriedade.
No entanto, um decreto promulgado em 2013 pela presidência da República, determinou a expansão da área indígena e a retirada dos produtores. O decreto acabou suspenso meses depois, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. Apesar disso, o IBAMA, “sob o pretexto de que aquelas terras eram destinadas aos povos indígenas, esteve na área e notificou os produtores de gado para que fosse retirado o rebanho”.
A terra indígena Kayabi foi demarcada pela Fundação Nacional do Índio (Funai) em 1982 com 117 mil. O decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e suspenso pelo STF elevou para mais de 1 milhão de hectares de terra indígena. Cerca de 350 produtores estariam área.

Fonte: Só Notícias

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