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Fablício Rodrigues
assembleia fachada
Em nota, Mesa Diretora da Assembleia afirma que respeita MPE e CPI não significa represália
A Mesa Diretora da Assembleia reagiu às declarações do procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, sobre a criação da CPI para investigar supostos ilícitos na emissão de cartas de crédito pelo Ministério Público Estadual (MPE).  Em nota, o Legislativo nega a intenção de fazer represália ou intimidar os membros da instituição.
 A Assembleia afirma que desde o inicio das discussões sobre a CPI tem se posicionado de forma respeitosa e sem julgamentos precipitados sobre o MPE e seus membros. Alega ainda que a investigação serve para garantir o esclarecimento definitivo das dúvidas em relação as cartas de crédito, que vieram a tona na 5ª fase da Operação Ararath, deflagrada em maio de 2014.
O Legislativo também reforça que a lei vale para todos. Entretanto, garante que não serão permitidos excessos ou juízo de valor durante as investigações sobre a emissão de cartas de crédito pelo MPE.
Silêncio Rompido
Nesta segunda (30), após a publicação oficial da portaria instaurando a CPI, Paulo  Prado rompeu o silêncio e voltou a enfatizar que está seguro quanto aos valores e legalidades das cartas de créditos emitidas  do MPE. Além disso, afirmou que causa estranheza o fato da investigação ter vindo à tona após declarações do ex-secretário de Estado Eder Moraes, condenado pela Justiça Federal a mais de 69 anos de prisão e usando tornozeleira eletrônica por envolvimento em escândalos de corrupção.
CPI
A publicação no Diário Oficial confirmou a composição da CPI do MPE. O deputado estadual Zé Domingos Fraga (PSD) ficou na presidência com Leonardo Albuquerque (PDT) como relator. Os membros são Wilson Santos (PSDB), Oscar Bezerra (PSB) e Zé do Pátio (Solidariedade). Os trabalhos terão inicio somente em 2016.

Fonte: Jacques Gosch/RD News
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