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A possibilidade de fusão entre o PSB e PPS planejada pelo diretório nacional de ambos os partidos foi bem aceita pelos representantes de mandatos eletivos das legendas em Mato Grosso. O deputado federal Fábio Garcia (PSB), que assume até o final de junho a presidência do diretório estadual do partido, acredita que a fusão representa uma musculatura política sem a perda dos princípios partidários. "O PSB e o PPS são dois partidos que tem ideais semelhantes e uma militância histórica em defesa dos valores de centro-esquerda. Na Câmara dos Deputados, sairemos de 39 para 45 parlamentares. Vejo a união como benéfica e sou favorável”, disse. 
Um congresso de ambos os partidos será realizado nos próximos meses para discutir as medidas para concretizar a fusão das legendas. O deputado federal Adilton Sachetti (PSB) pregou cautela, mas sinalizou que vê com bons olhos a proposta de fusão. “Muitos detalhes ainda estão sendo discutidos pela executiva dos partidos. Se houver a concretização disso, entendo que ambos sairão fortalecidos”.
Sachetti ainda ressaltou que a fusão dos partidos pode ser considerada uma resposta à inércia do Congresso Nacional em aprovar uma reforma política que reduza o número de partidos e mantenha na linha de frente somente aqueles que realmente tenham propósitos partidários. “Como não há consenso, os partidos estão individualmente tomando a frente dos projetos e reformulando o cenário político”, comentou. 
Outra possibilidade de fusão avaliada no cenário político é o DEM com o PTB que ainda não tem concretização confirmada. O senador José Medeiros (PPS) que herdou a vaga com a eleição de Pedro Taques (PDT) ao governo do Estado, afirma que o melhor caminho para o PPS é a fusão com o PSB para manter-se vivo no cenário político. “Seremos 7 senadores da República com a concretização desta fusão. O que por si só representa um ganho muito grande”, enfatiza. Atualmente, o mato-grossense é o único representante do PPS no Senado Federal. Em 2011, o ex-presidente da República Itamar Franco, que exercia o mandato de senador por Minas Gerais pelo PPS, faleceu, abrindo um vácuo completo no partido em âmbito nacional. Da relação dos senadores da República que estarão nos quadros pertencentes à fusão do PSB com o PPS estão o ex-jogador de futebol Romário Faria, cotado para disputar a prefeitura do Rio de Janeiro em 2016, ano que será um marco naquele município por conta da realização das Olimpíadas e a senadora Marta Suplicy, que deixou o PT após mais de 30 anos de militância e já anunciou a filiação ao PSB com o propósito de concorrer à prefeitura de São Paulo no próximo ano. 
Fonte: RAFAEL COSTA/FOLHA MAX
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