Os novos valores, que entram em vigor a partir desta quarta-feira (08/04), valem para as 1,2 milhão de unidades consumidoras, localizadas nos 141 municípios de Mato Grosso. Serão beneficiados com a redução de 2,22% não só os consumidores residenciais e de baixa renda, mas também todos os usuários de baixa tensão, como consumidores rurais, industriais, comerciais, prestadores de serviços, entre outros.
O reajuste de 3,42% é valido para as indústrias que utilizam a alta tensão. Conforme a nota da Aneel, para calcular o reajuste, a Agência considera a variação de custos que a empresa teve no ano. O cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.
A superintendente do Procon Estadual, Gisela Simona Viana, explica que somente depois da publicação da Resolução e de Nota Técnica pela Aneel será possível conhecer os motivos da redução e se está correta a análise realizada pelo órgão regulador, iniciando - a partir da publicação da Nota Técnica - o prazo regimental para manifestação por qualquer das partes interessadas.
“O aumento para indústria em Mato Grosso é preocupante porque de forma indireta acaba sendo repassado para o consumidor. Por isso, mesmo com essa redução é importante economizar energia elétrica e praticar um consumo cada vez mais eficiente”, salienta a superintendente.
Fonte: Solange Wollenhaupt/Diario Nortao
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