Maggi, que tinha algumas restrições contra a PEC e não queria que ela valesse para vetos e escolhas de autoridades, mudou de lado por causa de duas votações de derrubadas de vetos que aconteceram no plenário. A dos benefícios fiscais a empresa de eletrodomésticos e da retirada da contribuição de 10% sobre o saldo total do FGTS, pago pelos empregadores ao governo em caso de demissões sem justa causa. As medidas, segundo republicano, prejudicaram a economia dos estados. “Tem senadores que fizeram discurso para derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff (PT), mas depois votaram a favor do veto”, lembra.
Assim, Maggi votou a favor da PEC na sua totalidade. A mesma posição foi seguida pelo senador Pedro Taques (PDT). Caso o projeto seja aprovado, o pedetista acredita que será um passo para a maior representatividade do parlamento, avanço na transparência e aprofundamento da democracia. "O cidadão tem direito de saber como estão votando os seus representantes. Por isso não há melhor detergente que a luz do painel”, afirma. Ao todo foram 54 votos sim, 10 não e 1 abstenção, em primeiro turno. Agora, a matéria terá a segunda rodada de votação, que deverá só ocorrer na próxima terça (19) e vai votar as emendas do projeto, que é a parte mais polêmica, já que inclui as restrições ao voto aberto.
Fonte:Tarso Nunes/RD News

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