Entre os mercados que pagam mais, no entanto, querem o animal sem
vacina, estão os Estados Unidos e grande parte da Ásia. O secretário de
estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, explica que os
compradores pagam melhor e por isso, exigem mais. “Precisamos trabalhar
juntos porque algumas fazendas estão parte em nosso Estado e parte em
Rondônia. É impossível gerir a retirada sem a cooperação”.Miranda esclarece que Mato Grosso está muito tempo sem a doença e precisará se esforçar para conquistar um território sem aftosa e sem vacinação. Mas ele lembra que as barreiras serão mais rígidas e que haverá um isolamento da região que inclui Rondônia, o município de Rondolândia e ainda parte de Juína, Aripuanã e Colniza.
Já para o secretário de estado de Agricultura de Rondônia, Evandro César Padovani, a parceria pode ir além da pecuária e atingir outras cadeias produtivas do agronegócio. Ele afirma que existe o interesse em compartilhar pesquisas e experiências nas áreas de piscicultura, suinocultura e cafeicultura, por exemplo.
Outra vertente é a oferta de assistência técnica aos pequenos produtores na região de fronteira, pois alguns rondonienses estão muito distantes das bases do Estado e o mesmo acontece com os mato-grossenses que estão mais perto de Rondônia, informa a assessoria.
O governador Mauro Mendes assinou, ontem à noite, em Cuiabá, no 2º Reunião dos Fundos Emergenciais para a Saúde Animal, protocolo de intenções com objetivo de fomentar outras cadeias e ainda viabilizar a troca de tecnologia.
Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)
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