Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em 20 endereços situados nos municípios de Cuiabá, Itaúba, Nova Monte Verde, Santa Carmem e Sinop, todos em Mato Grosso.
A investigação aponta o “esquentamento” de produtos florestais extraídos ilegalmente de áreas especialmente protegidas, como áreas de preservação permanente, unidades de conservação e terras indígenas.
A PF identificou que diversas madeireiras fantasmas ou com baixo potencial produtivo foram constituídas pelos investigados em nome de “laranjas”, visando unicamente a geração e movimentação virtual fraudulenta de créditos de produtos florestais.
Os créditos eram posteriormente transferidos para empresas situadas em regiões com grande potencial madeireiro, visando legalizar produtos florestais extraídos ilegalmente, enganando os órgãos de fiscalização e inserindo os produtos com aparência de legalidade no mercado consumidor.
A partir do monitoramento sistemático dos sistemas de controle florestal foi identificado que os investigados causaram prejuízos ambientais estimados em mais de R$ 1 bilhão.
Os investigados responderão por diversos crimes contra a flora, furto e receptação de madeira, lavagem de capitais e falsidade ideológica.
Da redação
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