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quartel Bope O major da PM Michel Ferronato, que não foi localizado durante a deflagração da Operação Esdras na última quarta (27), se entregou ontem (28). O oficial que estava em Goiânia voltou para Cuiabá, se entregou à Polícia Civil e está preso no Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Ferronato, que teve a prisão preventiva decretada pelo desembargador Orlando Perri a pedido da delegada Ana Paula Feldner, que conduz as investigações sobre o esquema de grampos ilegais, teria tentado aliciar e teria ameaçado o tenente-coronel da PM José Henrique Costa Soares, que atuava como escrivão no caso.
A decisão de Perri diz que o major Ferronato, que trabalha como assessor do secretário afastado de Segurança Pública Rogers Jarbas, prometeu a José Henrique Costa Soares a promoção para o cargo de coronel. Para isso, deveria blindar seu chefe das investigações sobre os grampos ilegais.
Além disso, o major Ferronato tentou aliciá-lo para favorecer militares suspeitos de envolvimento no esquema dos grampos ilegais. Em troca, teria prometido guardar segredo sobre a dependência química de José Henrique Costa Soares e sobre crimes militares supostamente praticados pelo tenente-coronel.
Operação Esdras
A Operação Esdras cumpriu oito mandados de prisão, 15 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva. Além do major Ferronato, foram presos os secretários Rogers Jarbas (Segurança Pública) e coronel da PM Airton Siqueira (Justiça e Direitos Humanos), os ex-secretários Paulo Taques (Casa Civil) e coronel Evandro Lesco (Casa Militar), a personal trainer Helen Christy (esposa de Lesco), o sargento da PM João Ricardo Soler e o empresário José Marilson.

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