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strada2.jpgRayssa Lorany Nascimento, 20 anos, foi presa na tarde desta segunda-feira (11), no bairro São Gonçalo III, em Cuiabá, por crimes de receptação e de ter ameaçado polícias militares. Ela é esposa de um criminoso conhecido como “Marreta”, líder de uma quadrilha de roubo de carros investigada na Operação “Ares Vermelhos”.
Segundo o boletim de ocorrência, Rayssa faz uso de tornozeleira eletrônica, mas no momento da abordagem o equipamento estava desligado. Um rapaz identificado como Lívio Margotti também foi preso.
Policiais militares a jovem que caminhava pela rua. Ao perceberam que ela fazia uso de tornozeleira, se deslocaram a sua residência, onde foi encontrado um Fiat Strada prata. 
A suspeita disse que tinha os documentos do carro, mas não os apresentou. Ao fazer a checagem da placa, foi constatado que não conferia com numeração do chassis. Mais tarde, a Delegacia Especializada Roubos e Furtos de Veículos confirmou que a picape havia sido roubada no dia 24 de agosto. 
Após a checagem da Derrfva, Livio confessou que havia comprado veículo no bairro Dom Aquino, na região da “Pedra”, onde ocorre o comércio de veículos. Já Rayssa afirmou que havia comprado veículo e apenas teria pagado para Lívio leva-lo até sua residência.
Diante das informações, ambos foram encaminhados para a Central de Flagrantes. Durante deslocamento até o Cisc, a suspeita Rayssa passou a desferir ameaças aos policiais militares. “Isso não vai ficar assim” e “Esses vermes deveriam morrer”, eram algumas das frases ditas pela jovem.
Após checar informações, a PM descobriu que Rayssa é esposa de Luciano Mariano da Silva, conhecido como "Marreta", um criminoso que comandava o esquema de roubo de veículos no Estado. Segundo a polícia, Rayssa é alvo da operação “Ares Vermelhos” deflagrada em agosto que investigou esquema de roubo de carro em Mato Grosso.
Na operação a Polícia Civil, constatou que os crimes eram cometidos a mando de quatro líderes da quadrilha, sendo um deles o marido da jovem. A polícia acredita que Rayssa atua a mando do marido.
A suspeita foi presa e autuada por ameaça, desobediência à decisão judicial – já que a tornozeleira estava desligada desde o último dia 10 –, além de adulteração de sinal de veículo e crimes contra Administração Pública

 
Da Redação
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