David, número um do ranking mundial, chegou até a decisão e deu trabalho para o agora nove vezes campeão do mundo. Perdeu apenas no Golden Score. Aos 30 anos e prestes a ser pai pela primeira vez, Davi contou ao Globo Esporte como vinha se preparando para o confronto.
“Estudei muito ele. Deu tudo certo no meu estudo, mas no final... A luta foi como eu gostaria, talvez criando mais momentos para acertar ele. Mas eu fiz uma excelente competição e estou muito feliz com a prata, mesmo o ouro tendo passado tão perto. Tenho muito para evoluir e mais alguns anos para ganhar dele”, disse.
De acordo com a publicação a última derrota do francês aconteceu no dia 13 de setembro de 2010, quando o japonês Daiki Kamikawa o venceu na final do Mundial Absoluto. No sábado, o bicampeão olímpico alcançou seu oitavo título mundial da categoria e ainda mantem um título mundial absoluto em 2008.
O resultado brasileiro é expressivo. Pela primeira vez o país colocou dois atletas no pódio numa mesma categoria em uma mesma edição de Mundial. Competindo por um lugar na Olimpíada de Tóquio 2020, eles protagonizam uma rivalidade sadia, se respeitam, e quem sai ganhando é o Brasil. Na Rio 2016, o cuiabano Moura perdeu a vaga para Baby, que acabou com o bronze. Agora, ele saiu na frente, mas fez questão de elogiar o companheiro e oponente.
Neste domingo (3), o Mundial de Budapeste tem o seu último ato. Será disputada pela primeira vez a chave de equipes mistas e o Brasil inscreveu Érika Miranda (57kg), Rafaela Silva (57kg), Maria Portela (70kg), Maria Suelen Altheman (+70kg), Beatriz Souza (+70kg), Marcelo Contini (73kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), Victor Penalber (90kg), Eduardo Bettoni (90kg), Rafael Silva (+90kg) e David Moura (+90kg). Como cabeça de chave pelo somatório de pontos de seus atletas no ranking, estréia nas oitavas-de-final e enfrentará o vencedor do duelo entre Polônia e China.
Fonte: OLHAR DIRETO/ André Garcia Santana
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