Tudo começou quando Fávaro emprestou aproximadamente R$ 1 milhão para que Neri utilizasse em sua campanha para deputado federal de 2010.
O ex-governador Silval Barbosa revelou em sua delação, que a propina oriunda de incentivo fiscal quitada pela empresa Martinello foi destinada ao pagamento de uma dívida de R$ 1 milhão que o ex-ministro da Agricultura, Neri Geller, tinha com o atual vice-governador do Estado, Carlos Fávaro.
Tudo começou quando Fávaro emprestou aproximadamente R$ 1 milhão para que Neri utilizasse em sua campanha para deputado federal de 2010.
Silval contou que em 2011 foi procurado por Geller e Fávaro que pediram ajuda ao colaborador para pagar o empréstimo, já que Neri “não tinha condições de honrar o compromisso”. Na época, o então governador alegou que não poderia ajudá-los visto que havia assumido muitas dívidas
Foi assim que os dois disseram à Silval que conheciam um empresário do ramo de móveis, o Osvaldo Martinello, dono da Eletromóveis Martinello, sugerindo que se o então governador concedesse incentivo fiscal para a referida empresa, Osvaldo pagaria de propina a dívida que Neri tinha com Carlos Fávaro. A proposta então foi aceita por Silval que pediu à eles que procurassem o então secretário da Secretaria de Indústria e Comércio (Sicme), Pedro Nadaf, para fazer o acordo.
Silval disse, ainda, que apesar da tratativa e do pagamento ilícito ter sido feito, ele não obteve nenhum benefício com o acordo ímprobo.
“O colaborador pediu para o Secretário da Sicme resolver o problema e conceder o benefício, mesmo sabendo que se tratava de empresa de comércio. Após a concessão do Prodeic o colaborador conversou com Neri Geller e Carlos Favaro, tendo ambos confirmado que o empresário havia pago a dívida com Carlos Favaro e resolvido o problema, sendo que o colaborador não obteve nenhum benefício financeiro com tal situação”, diz um trecho da delação.
Tudo começou quando Fávaro emprestou aproximadamente R$ 1 milhão para que Neri utilizasse em sua campanha para deputado federal de 2010.
Silval contou que em 2011 foi procurado por Geller e Fávaro que pediram ajuda ao colaborador para pagar o empréstimo, já que Neri “não tinha condições de honrar o compromisso”. Na época, o então governador alegou que não poderia ajudá-los visto que havia assumido muitas dívidas
Foi assim que os dois disseram à Silval que conheciam um empresário do ramo de móveis, o Osvaldo Martinello, dono da Eletromóveis Martinello, sugerindo que se o então governador concedesse incentivo fiscal para a referida empresa, Osvaldo pagaria de propina a dívida que Neri tinha com Carlos Fávaro. A proposta então foi aceita por Silval que pediu à eles que procurassem o então secretário da Secretaria de Indústria e Comércio (Sicme), Pedro Nadaf, para fazer o acordo.
Silval disse, ainda, que apesar da tratativa e do pagamento ilícito ter sido feito, ele não obteve nenhum benefício com o acordo ímprobo.
“O colaborador pediu para o Secretário da Sicme resolver o problema e conceder o benefício, mesmo sabendo que se tratava de empresa de comércio. Após a concessão do Prodeic o colaborador conversou com Neri Geller e Carlos Favaro, tendo ambos confirmado que o empresário havia pago a dívida com Carlos Favaro e resolvido o problema, sendo que o colaborador não obteve nenhum benefício financeiro com tal situação”, diz um trecho da delação.
Postar um comentário
O Portal DN Notícias não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. A equipe reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional, inseridos sem a devida identificação do autor ou que sejam notadamente falsos, também poderão ser excluídos.
Lembre-se: A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica. Você pode optar por assinar seu comentário com nome completo ou apelido. Valorize esse espaço democrático Agradecemos a participação!