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O evento que trabalha o tema “Agosto Lilás: Combate à Violência Doméstica” quer rejeitar todas as formas de violência contra a mulher e conscientizar a população sobre a importância do engajamento social neste tema.

Acontece entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, em Colniza (1.078 km de Cuiabá), evento de combate à violência doméstica, realizado pelo Ministério Público do Estado, em parceria com a Defensoria Pública Estadual, Polícia Militar e secretarias de Educação, Saúde e Assistência Social do município de Colniza. O encontro, que tem o objetivo de sensibilizar a população local sobre o problema da violência nos lares visa, também, despertar a consciência sobre este problema, o conhecimento dos direitos e garantias previstos em lei, e, ainda, possibilitar a redescoberta dos valores fundamentais para a convivência familiar digna e fraterna.
O evento que trabalha o tema “Agosto Lilás: Combate à Violência Doméstica” quer rejeitar todas as formas de violência contra a mulher e conscientizar a população sobre a importância do engajamento social neste tema.
“No dia 7 de agosto de 2017 a Lei Maria da Penha completou 11 anos de promulgação. Nada melhor do que comemorar este marco histórico com um evento no qual sejam ressaltados todos os instrumentos existentes no combate a todas as formas de violência (física, psicológica, sexual, patrimonial e moral) contra a mulher, que podem lhe causar sofrimento. A mudança cultural e a não aceitação desta forma de violência apenas são alcançadas com educação e a quebra de paradigmas”, ressaltou o Promotor de Justiça Substituto de Colniza Leandro Túrmina.
Para a psicóloga Marceli Estela de Lima, a Lei Maria da Penha ofereceu visibilidade aos crimes praticados contra a mulher no âmbito doméstico e familiar, para todos os membros da família. Passou a reprimir, ao agressor, com medidas punitivas. Muitos homens não aceitam ou demonstram não compreender a razão da punição, uma vez que a violência pode ser algo da cultura familiar daquele indivíduo, já que aprendeu como algo comum no decorrer da sua vida. A violência, então, torna-se algo natural e qualquer trabalho em contrário, para ele, é irrelevante.
“No entanto, o trabalho a ser desenvolvido na sociedade, em especial neste evento, visa conscientizar a população em geral sobre a importância de dar um basta à violência doméstica, esclarecendo sobre as formas de violência, sobre as medidas protetivas existentes e alertando sobre a necessidade de se quebrar o silêncio, buscando – junto aos órgãos competentes – o apoio necessário. A ampliação da consciência social de famílias que não tenham violência doméstica é extremamente relevante, já que se busca formar um padrão cultural no qual estas formas de violência sejam inaceitáveis. Espera-se, com o evento, o despertar de novos valores para que todos possam firmar um compromisso de não cometer e não aceitar o silêncio e/ou a omissão desta prática criminosa”, ressaltou a psicóloga Marceli Estela de Lima, que muito lutou para que o evento fosse realizado.
Confira a programação:
No dia 30 de agosto, às 16h30, na Avenida Tarumã (uma das vias com maior fluxo de pessoas de Colniza) haverá um ambulatório/consultório de rua (com tendas, mesas e cadeiras, exercícios ao ar livre, entrega de fitas e panfletos), no qual será feito o atendimento e orientação à população sobre o tema.
No dia 31 de agosto será realizado um atendimento com mulheres que já foram vítimas de violência doméstica e outras que estão sofrendo deste mal, em uma Roda de dialogação – trocas de experiências e vivências.
Já no dia 1º de setembro haverá um evento para toda a comunidade, na Avenida Tarumã, onde terá apresentação dos alunos e da fanfarra da APAE, discussão com autoridades sobre o tema, apresentação de teatro, divulgação do vencedor do concurso com a melhor frase sobre a violência doméstica e, ao final, encerramento do evento com a fala das psicólogas Gláucia, Marceli, Michele e a Policial Militar Cláudia, as quais enfrentam diariamente este problema.
Fonte: assessoria
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