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De nada adiantou ter a melhor campanha para a decisão e poder fazer o segundo jogo em casa. Menos ainda ter a torcida a seu favor, jogar com os gritos apaixonados e o tradicional “eu acredito” para dar sorte. Em uma profunda crise – que promete se agravar agora – o Atlético-MG apenas empatou por 0 a 0, com o Jorge Wilstermann, na noite desta quarta-feira, no Mineirão. O resultado da noite desta quarta-feira elimina o Galo da Copa Libertadores e dá ao clube boliviano a chance disputar com o River na próxima fase.
Foi um ataque contra defesa. O Galo desde o primeiro minuto do jogo atacou, tentou abrir o marcador, mas parou na postura defensiva do Jorge Wilstermann. O time boliviano se segurou com duas linhas bem montadas e garantiu sua classificação sem dar qualquer trabalho ao goleiro Victor.
O Galo volta a campo no fim de semana, contra o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, no Independência. Junto com isso terá de trabalhar internamente na intensa crise que vive nos bastidores.
O Atlético, como era esperado, começou melhor o jogo. A equipe alvinegra buscou o ataque querendo resolver logo sua situação. Nos primeiros minutos o Galo já tinha chegado, pelo menos, duas vezes, a primeira com muito perigo.
A postura do Jorge Wilstermann, entretanto, atrapalhava a vida atleticana. O time boliviano tinha duas linhas defensivas próximas, a primeira, mais próxima ao gol, com cinco atletas e a segunda com quatro. Sem contar com os atacantes que ainda ajudavam na recomposição.
O clube visitante claramente se comportava como o esperado: jogaria se defendendo bastante e contando com a sorte da liberdade em poucas bolas para conseguir um gol e atrapalhar os planos alvinegros.
A equipe atleticana apresentou grande crescimento em relação aos jogos anteriores. O time de Micale chegava pelas pontas – algo que se transformou numa normalidade, com cruzamentos na área o tempo inteiro -, mas também agrediu pelo meio. Em diversos momentos conseguiu ter infiltrações e chegadas mais perigosas.
O Galo, porém, parou nos próprios erros. O time teve, pelo menos, três chances claríssimas de abrir o marcador, mas não conseguiu.
A etapa complementar seguiu igual. O Galo pressionando bastante e encontrando a mesma dificuldade para furar o bloqueio feito pelo time boliviano.
O Wilstermann continuou com a primeira linha de cinco atletas, o que dificultava bastante a vida atleticana. Para tentar algo melhor, Micale colocou em campo o meia Valdívia. A pressão do Atlético seguia gingante, com direito a bola na trave do jovem Luan.
Na metade do segundo tempo, Luan deixou o gramado. Robinho foi colocado no lugar. Após isso o Atlético perdeu em intensidade, parte pela falta de Luan outra metade por já estar desgastado em campo.
A pressão que era grande foi aumentando, mesmo com o cansaço o time alvinegro buscava o ataque. Porém, o Wilstermann também intensificou sua marcação. A linha que antes era de cinco se transformou em sete. O time de vermelho praticamente não tinha ataque. Nos últimos minutos, já nos acréscimos, Robinho perdeu um gol na cara, na pequena área, e o Galo foi eliminado.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Douglas Magno/AFP)
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