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Policia Civil de Apiacas aguarda recuperação de vítima para solucionar envenenamentoAinda sem uma linha de investigação estabelecida no caso do suposto envenenamento de um casal em Apiacás (956 km de Cuiabá), a Polícia Civil aguarda a recuperação da sobrevivente, J.L.M, de 23 anos para ouvir sua versão. Ela e o namorado, o eletricista Reginaldo Martins, 25, passaram mal após jantarem juntos em sua residência, no dia 15. O homem não resistiu e morreu na hora. A mulher foi internada em estado grave e já teve alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de Alta Floresta (900 km de Cuiabá), onde segue sob cuidados médicos.



O irmão de J.L.M, identificado como J., 20,  também estava no local, mas não apresentou nenhum sintoma. Ao Olhar Direto o delegado responsável pelo caso, Marcos Lyra, explicou que além do rapaz, outros conhecidos do casal já foram ouvidos na tentativa de descobrir se eles possuíam alguma desavença familiar ou eram ameaçados por alguém. “Embora a conclusão de que ele tenha sido o culpado pareça óbvia, ainda há muitos elementos que precisam ser esclarecidos. Até agora, nenhum depoimento apontou para desentendimentos entre ele e o cunhado ou com a irmã.”

Ele também reforça que os resultados das análises dos alimentos coletados pela Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) será determinante para embasar a apuração e deverão ser divulgados na próxima semana. No local foram recolhidas amostras de pizza, sorvete e coca-cola, consumidos pelas vítimas. Na ocasião os três comeram a pizza e tomaram a coca, sendo que o único alimento não ingerido por J.,foi o sorvete.”

Com relação à informação de que foi encontrado veneno de formiga na residência, o delegado afirma que a apenas a presença do produto na residência, sem o resultado das análises químicas, não é suficiente para concluir que houve envenenamento. “O fato de termos encontrado o veneno de formiga por si só não é suficiente para concluir que ele foi usado na comida. O veneno estava na casa, o que é muito comum no interior por conta do excesso de mato.”

De acordo com Marcos, outras possibilidades já foram consideradas, mas até o momento, nenhuma que tivesse indícios suficientes para apontar um responsável pelo crime. Uma delas é a hipótese de que uma das vítimas sofria de depressão ou algum outro mal psicológico, tendo decidido tirar a própria vida e a do companheiro, como em um pacto de morte. A existência de interferência de terceiros na relação e uma briga entre os envolvidos antes do acontecimento também foi apurada.

“Já temos um dos lados da história, que é o do irmão da moça, mas sem ouvi-la e sem a efetividade dos resultados dos exames, seria leviano apontar uma das hipóteses como mais provável. Até porque, nenhuma das pessoas ouvidas até agora apontaram a ocorrência de brigas entre eles ou de depressão. Ainda assim, temos mais pessoas pra ouvir”, finaliza o delegado.  

Fonte:Olhar Direto


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