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 Os abates de bovinos nas plantas frigoríficas da empresa JBS S/A que funcionam em Mato Grosso foram retomados nesta segunda-feira (27) após suspensão de três dias nas atividades. O anúncio havia sido feito pela própria empresa, após os desdobramentos da Operação Carne Fraca. Das 11 plantas da empresa no estado, apenas o frigorífico de Diamantino, a 209 km de Cuiabá, continuou operando durante a suspensão.Apesar da retomada dos abates, no entanto, a capacidade operacional dos frigoríficos foi reduzida a 35%. Em Mato Grosso, normalmente, são abatidas 20 mil cabeças de gado por dia. A medida, segundo a JBS S/A, visa ajustar a produção até que haja uma definição sobre os embargos impostos pelos países compradores de carne brasileira. No Brasil, o abate tinha sido suspenso em 33 das 36 unidades da JBS S/A.No sábado (25), o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que todas as mercadorias enviadas à China pelos frigoríficos investigados na operação deverão retornar ao Brasil ou serem enviadas para outros mercados.

“A China não quer mercadoria dos 21 [frigoríficos investigados], eles estão fora. Está liberado para o restante. Então, as mercadorias que estão na China, desses frigoríficos, deverão retornar, e o que está nos navios deverão retornar ao Brasil ou serão redirecionados a outros mercados que as empresas conseguiram”, afirmou.Em Cuiabá, a venda de carnes em açougues não foi afetada pela operação, conforme os açougueiros. Em um levantamento feito pelo G1, os proprietários dos estabelecimentos afirmaram que a demanda pelo produto se manteve estável. Eles relataram, no entanto, que a preocupação do consumidor com a origem do produto aumentou.

 

Operação Carne Fraca

Durante a Operação Carne Fraca, a Polícia Federal prendeu 36 pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de fraude na produção e comercialização de carne. Algumas já deixaram a prisão.Além de corrupção envolvendo fiscais do Ministério da Agricultura e produtores, a investigação encontrou indícios de adulteração de produtos e venda de carne vencida e estragada. Das 21 fábricas investigadas, 18 ficam no Paraná. Em Mato Grosso, não há nenhuma nessa lista.Há ainda a suspeita de que partidos políticos tenham sido beneficiados com o pagamento de propina.



Fonte: G1MT
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