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Para reforçar a argumentação, Barranco lembra que a resolução aponta diretrizes sem deixar de permitir exceções de acordo com as realidades locais.


Cotado para assumir a presidência do PT mato-grossense, em congresso que será realizado em maio, o deputado estadual Valdir Barranco afirma que a resolução aprovada em 2016,  vetando alianças eleitorais com PMDB e outros partidos que apoiaram o impeachment da ex-presidente  Dilma Rousseff nas eleições municipais,  precisa ser reavaliada para o pleito de 2018.
“O cenário muda no dia a dia. Até hoje, o PT tem mantido essa decisão de não fazer alianças com partidos que fizeram parte do "golpe", mas o  cenário daqui até o período eleitoral deve ser bem avaliado”, defende Barranco. 
Além de PMDB, a resolução veta alianças com PR, PP e outras siglas que se posicionaram a favor do impeachment da petista. Com isso a coligação nas eleições de 2018 ficaria restrita ao PDT, PCdoB e o Psol, que dificilmente fará acordo com os petistas. 
Para reforçar a argumentação, Barranco lembra que a resolução aponta diretrizes sem deixar de permitir exceções de acordo com as realidades locais. “Por mais que a resolução tenha dado esse norte, o PT se coligou com os partidos vetados em diversos municípios de Mato Grosso. Deu apoio, recebeu apoio e está administrando em conjunto” completa o parlamentar. 
 Além disso, Barranco lembra que o PMDB no Estado não foi unânime em apoiar o impeachment e se dividiu durante a votação na Câmara dos Deputados. “O deputado federal Carlos Bezerra votou a favor, mas o Valtenir Pereira foi contra”, pontuou. 
Fonte: RDnews
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