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O presidente estadual do PV, secretário de Serviços Urbanos de Cuiabá José Roberto Stopa, afirma que o governador Pedro Taques (PSDB) virou as costas para o partido, após ajudá-lo a se eleger em 2014 ao Palácio Paiaguás, e, por isso, não deve colaborar numa possível disputa à reeleição. 
stopa_gilberto leite (3).jpg“Infelizmente, o governador jamais ouviu o PV, jamais valorizou. (...) Para caminharmos com Taques, teríamos que ser valorizados. E não é ter cargo, mas sim sermos ouvidos. Nunca fomos chamados para nada, nós não somos ouvidos”, dispara o dirigente em visita à sede do .
Com isso, continua se desintegrando a conhecida coligação Mato Grosso Muito Mais (PV, PPS, PSB, PDT, PSDB e DEM), que, além do governador, elegeu o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes, após iniciar a união em 2010 elegendo Taques ao Senado.
Com a possível debandada do PV, o Mato Grosso Muito Mais já estaria sem dois aliados. O primeiro foi o PDT, quando o governador deixou a sigla por divergências com o presidente Zeca Viana, que, hoje, é seu opositor e certamente não vai compor o grupo em 2018. Além disso, o ex-prefeito de Rondonópolis e presidente estadual do PPS Percival Muniz já apontou por várias vezes o descontentamento com o tucano. 
A busca por espaço na gestão Pedro Taques é uma reivindicação unânime de partidos. O PSB, por exemplo, é um dos mais contemplados na reforma administrativa. As novas acomodações, no entanto, têm gerado divergências entre as siglas. A secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema) estava no alvo da briga, mas o vice-governador Carlos Fávaro já avisou que não deixará o posto.

Para Stopa, na política existem possibilidades de que a insatisfação se reverta, caso Taques consiga dar uma guinada no governo em relação a alguns pontos, como a valorização dos servidores estaduais. “Nós o apoiamos para senador e governador, mas fomos sempre leais> Infelizmente, não fomos valorizados”, explica.
A insatisfação demonstrada por Stopa é refletida na atuação do deputado estadual Wancley Carvalho (PV). O presidente estadual enfatiza que o parlamentar tem uma atuação independente na Assembleia e sempre a favor dos servidores estaduais. “Deixo claro que não vamos votar contra servidor público. Nós não vamos votar matérias que não acreditamos.”
Acerca das amarrações que visa a eleições de 2018, o dirigente explica que ainda é cedo para discutir, mas que o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) e o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) são nomes credenciados para concorrem ao pleito do ano que vem, sendo Blairo à presidência da República e o socialista ao governo ou senado, como vem se discutindo nos bastidores. “Não sei se vai acontecer, existem coisas se falando, tem gente que deduz e toma como certa algumas coisas”, frisa.
PV em 2018
Para as eleições do ano que vem, Stopa afirma que o objetivo da sigla é eleger três deputados estaduais e um federal. “Estabelecemos planejamento, é crescer de eleição em eleição. Não vamos sonhar que vamos conseguir eleger o governador, não vamos”, admite.
O dirigente lembra ainda o crescimento do partido que saiu de um vereador para quatro vereadores na Câmara de Cuiabá, sendo eles Mário Nadaf, Justino Malheiros, Felipe Wellaton e delegado Marcos Veloso. 
Apesar ter aumentado o número de vereadores da Capital, a sigla possui pouca representatividade a nível estadual. Na eleição do ano passado, o PV disputou 17 prefeituras, no entanto, conseguiu conquistar três prefeituras, Itaúba, Vila Bela e Denise. Saiu de 18 vereadores para 36. “Em cima disso vamos atingir a nossa grande meta para a eleição do ano que vem”, sustenta.

Fonte: RD News
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