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A Polícia Judiciária Civil de Jaciara (144 km ao Sul de Cuiabá) concluiu nesta quinta-feira (02.02) o inquérito policial que investigou o caso de uma menina de três meses de idade que teve agulhas introduzidas em seu corpo durante um suposto ritual religioso. Os procedimentos foram encaminhados ao Judiciário.

Cinco pessoas foram responsabilizadas pelos atos praticados contra a menina, entre elas os pais da vítima. Os quatro adultos responderão por tentativa de homicídio triplamente qualificado e corrupção de menores, em razão da mãe da vítima ser adolescente. A mãe da bebê vai responder a ato infracional equiparado à tentativa de homicídio.

O delegado de polícia Marcelo Melo de Laet realizou o indiciamento dos suspeitos e a requisição da conversão das prisões temporárias em preventivas. Os investigados continuam presos, sendo que a mãe da criança segue detida em uma unidade para menores infratores (Complexo Pomeri), em Cuiabá.

O caso
O fato teria ocorrido no município de São Pedro da Cipa (148 km ao Sul de Cuiabá) em 11 de dezembro de 2016. A equipe médica do Hospital Municipal de Jaciara mobilizou o Conselho Tutelar sobre suspeita de maus tratos contra A.L.J.S., 03 meses.

A Polícia Civil de Jaciara foi acionada por conselheiros tutelares no dia seguinte ao crime e iniciou imediatamente investigação para apurar os fatos.

Os pais da menina, Wellinton de Jesus Costa, 28, e C.S.S., 17, são suspeitos de aceitar receber o valor de R$ 250 para submeter a filha ao ritual que foi conduzido por Iraci Queiroz dos Santos, 42 anos, conhecida como “Baiana”.

Também teriam participado da suposta cerimônia religiosa Débora Queiroz dos Santos e Ricardo César dos Santos, filha e genro de Iraci.

A criança segue internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Rondonópolis (212 km ao Sul).

Da Assessoria
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