O promotor de Justiça Pompílio Paulo Azevedo Silva Neto ofereceu denúncia por improbidade administrativa contra o deputado federal Nilson Leitão (PSDB). De acordo com o membro do Ministério Público Estadual (MPE), Leitão, quando era prefeito de Sinop, contratou duas empresas de segurança privada através de uma dispensa de licitação irregular e ainda usar o serviço na própria casa.
Na denúncia, o promotor pede que Leitão e as empresas A.P. da Silva e Cia Ltda - ME e Invioseg Segurança Privada Ltda sejam obrigados a ressarcir o prejuízo ao erário de Sinop, além de ainda pagar uma indenização por danos morais coletivos. Contudo, o membro do MPE deixa para os valores serem estipulados em audiência.
O suposto crime teria acontecido entre 2005 e 2008, quando Nilson foi prefeito de Sinop pelo segundo mandato. O presidente do inquérito pediu arquivamento do caderno de investigações, contudo, quando os documentos chegaram Egrégio Conselho Superior do Ministério Público, foi determinada a reabertura da investigação.
Durante a investigação, Pompílio afirma ter reunido provas de que Nilson fez um concluiu com as duas empresas de segurança privada. Além de as contratar através de dispensa de licitação, realizou vários aditivos para prolongar o vinculo até o fim de seu mandato e sempre manteve própria casa entre os locais a serem protegidos.
Na denúncia, o promotor pede que Leitão e as empresas A.P. da Silva e Cia Ltda - ME e Invioseg Segurança Privada Ltda sejam obrigados a ressarcir o prejuízo ao erário de Sinop, além de ainda pagar uma indenização por danos morais coletivos. Contudo, o membro do MPE deixa para os valores serem estipulados em audiência.
O suposto crime teria acontecido entre 2005 e 2008, quando Nilson foi prefeito de Sinop pelo segundo mandato. O presidente do inquérito pediu arquivamento do caderno de investigações, contudo, quando os documentos chegaram Egrégio Conselho Superior do Ministério Público, foi determinada a reabertura da investigação.
Durante a investigação, Pompílio afirma ter reunido provas de que Nilson fez um concluiu com as duas empresas de segurança privada. Além de as contratar através de dispensa de licitação, realizou vários aditivos para prolongar o vinculo até o fim de seu mandato e sempre manteve própria casa entre os locais a serem protegidos.
Fonte: Olhar Jurico
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