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O presidente do SIMNO destaca que “ apesar de Juína e região estarem inclusos no mapa do desmatamento a instituição defende a manutenção da floresta, já que o maior interessado em manter a floresta é o setor de base florestal".


   O ministro do meio ambiente, Sarney Filho, esteve em cuiabá na última quinta-feira (16/02) para tratar de um termo de cooperação visando reduzir o desmatamento ilegal na região noroeste de Mato Grosso. O acordo faz parte das ações do programa “caravana verde” que está percorrendo os estados da amazonia legal.

   Sarney Filho chegou à Cuiabá acompanhado da presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Sueli Araújo. A comitiva participou de uma reunião no Palácio Paiaguás com o governador Pedro Taques (PSDB) e o vice-governador, Carlos Fávaro (PSD).

   Apesar de os dados apontarem redução de 19% no desmatamento entre 2015 e 2016 os números ainda preocupam, portanto uma das ações será a criação de uma base avançada de fiscalização e monitoramento na região noroeste de Mato Grosso, onde estão localizados 10 municípios que lideram o ranking de desmatamento no estado, entre eles está Juína.

   Outro assunto tratado no encontro foi o novo sistema Sisflora 2.0, sistema que foi apresentado pela SEMA no final do mês de janeiro, o programa visa aperfeiçoar o setor com relação a emissão de notas fiscais dos produtos florestais transportados nas rodovias, permitindo seu rastreamento desde a arvore até o consumidor final.

   O presidente do SIMNO (Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso ) Roberto Rios destaca que “ apesar de Juína e região estarem inclusos no mapa do desmatamento a instituição defende a manutenção da floresta, já que o maior interessado em manter a floresta é o setor de base florestal pois é de la que vem a matéria-prima, então deve-se incentivar a prática do manejo florestal”.

 
Novo Sisflora 2.0
O principal diferencial do novo Sisflora é a possibilidade de implementar a cadeia de custodia da madeira, garantindo a rastreabilidade do produto desde a exploração até o consumidor final. Com o novo sistema, o controle da produção passa a ser feito árvore a árvore, com inserção de novos dados detalhados a cada etapa do processo. A perspectiva da secretaria é que o registro de novos planos de manejo, equivalentes à safra 2017, já entrem no novo sistema, a partir de maio.

Uma outra preocupação é que o aumento de complexidade do Sisflora exija a contratação e mão de obra especializada para manuseá-lo. “Sofremos com falta de mão de obra qualificada nas nossas bases mais no interior do estado. Já temos poucos operadores que sabem lidar com sistemas mais complexos. Além disso, temos dificuldade de acesso à internet. Quais custos adicionais vão surgir com a implantação do novo sistema? Para nós, hoje, esse sistema vai trazer problemas administrativos e financeiros e não vai agregar valor o suficiente para compensar. ”, completou Frank Rogieri, representante do Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso (Simenorte).
 
Fonte: Jna noticias
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