Os professores da rede estadual ameaçam entrar em greve no início do ano letivo, previsto para março, caso o Estado não realize concurso público para contratação de mais professores, e a não inclusão do cancelamento da elevação de nível do servidor público da Educação – previsto para ser colocado no texto do Projeto de Lei do Corte dos Gastos Públicos do Estado.
Durante entrevista às rádios, Taques afirmou que a Secretaria de Estado de Educação (SEDUC/MT), já está elaborando o processo licitatório para contratação de empresa para a realização do concurso público, e que todas as reivindicações dos profissionais da educação estão sendo atendidas. Porém, não apresentou previsão de data para realização do concurso.
“O momento não é para greve. Estamos atendendo todas as reivindicações da categoria. Hoje temos 39 mil servidores na rede estadual de Educação, sendo que 29 mil são professores, e 14 mil são contratados. Estamos realizando o processo para contratar a empresa voltada a realizar o concurso público para contratar mais professores”, declarou Taques.
O governador apontou que hoje os professores de Mato Grosso recebem o segundo maior salário do país, e que todos os pontos acordados em 2016, durante o final da greve na Educação que durou 67 dias, o governo está cumprindo rigorosamente.
Sobre greve, o tucano foi taxativo ao dizer que caso ocorra paralisação atenderá decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que se posicionou pelo corte do salário dos grevistas. “Vou cumprir o que determina a lei”, enfatizou.
Taques apontou ainda que pretende no seu governo reformar mais de 400 escolas estaduais, e construir ainda 15 escolas modelos.
Fonte: VG Notícias
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