Segundo o instituto, as expectativas se apresentam mais animadoras, em relação ao começo de 2016. A justificativa são os preços mais atrativos nas comercializações entre os países no leilão GDT (Global Dairy Trade), e o início da recuperação do setor lácteo em nível mundial. O Imea cita ainda que, no que tange à produção brasileira, “espera-se que as chuvas para esta safra sejam regulares, favorecendo a produção no campo e, desta forma, não estão descartados recuos nos preços pagos aos produtores no início do ano”.
Por outro lado, destaca o instituto, projeta-se de igual modo uma boa safra de grãos e, caso isto ocorra, “o produtor poderá encontrar preços acessíveis para suplementar o rebanho, principalmente no segundo semestre, com o andamento da segunda safra de milho”. Para o Imea, um fator preocupante, no entanto, é a retomada do crescimento econômico, uma vez que as projeções do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o relatório Focus para 2017, é de um crescimento de 0,70% frente a 2016. “Assim fica o impasse sobre a reação da demanda no setor lácteo”.
Fonte: Agronotícias
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