Moradores das cidades de Juína, Aripuanã, Colniza, Juruena e Cotriguaçu estão enfrentando dificuldades devido ao aumento dos atoleiros em trechos nas MTs-170, 418, 208 e 206. Veículos de pequeno porte não conseguem trafegar. Já as carretas com alimentos, combustíveis e cargas vivas estão paradas, formando filas.
O encarregado de tráfego de uma empresa de transportes de passageiros, Adeildes Lopes de Carvalho, confirmou, ao Só Notícias, que nos pontos mais críticos os ônibus estão fazendo baldeação. “Despachamos os ônibus, por exemplo, de Juína à Juruena e quando chegam nos atoleiros os passageiros passam para outro veículo. É uma das alternativas para não precisar parar o transporte, que neste período de final de ano aumenta muito a procura”.
Carvalho disse que os custos com a manutenção dos veículos aumentaram significativamente. “Até o momento não é possível calcular os prejuízos causados nos últimos 30 dias. Estas rodovias estavam razoavelmente trafegáveis, mas depois que começou a chover ficou extremamente complicado. Agora temos que enviar dois veículos para fazer a mesma linha”.
O prefeito de Juína, Hermes Bergamin (PSDB), disse, ao Só Notícias, que a manutenção destas rodovias é de responsabilidade do governo do Estado. “Não compete ao município colocar maquinários para fazer manutenção em rodovias estaduais. Nestes pontos não são possíveis soluções paliativas.
São necessárias medidas concretas e que resolvam. Este problema de atoleiros já existe há muitos anos. Além disso, houve um corte no repasse o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab). Estou terminando meu mandato e este problema ficará para o próximo gestor".
A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informou, ao Só Notícias, que se posicionará nas próximas horas.
Fonte: Só Notícias
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