Bem-vindo(a). Hoje é Juruena - MT

Rui Prado_gilberto leite (8).jpgO presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, afirmou durante o evento Cresce MT, realizado em Cuiabá, que a entidade é contrária ao aumento de impostos para o setor, previsto para acontecer após a reforma tributária apresentada pelo Governo Estadual.
Várias entidades ruralistas, dentre elas a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) têm debatido os prováveis impactos do projeto de lei do Executivo.
O presidente da Famato justificou a posição negativa afirmando que a entidade tem “números concretos e claros que apontam que não cabem mais impostos no setor do agronegócio”. 
Prado disse que a entidade não calculou os possíveis ônus que os aumentos trariam ao setor porque eles têm considerado que essas novas tributações são questões que estão fora de cogitação para os profissionais e dirigentes da área. 
Ele sustentou, ainda, que o governo já está informado sobre a posição da instituição. E que, além disso, acredita que a atividade econômica como um todo deveria ser estimulada, para que assim o Estado conseguisse aumentar sua arrecadação. 
Temor
Um dos temores do setor ruralista é que sejam aumentadas as alíquotas que incidem, por exemplo, sobre a movimentação do boi em pé, que hoje é de 7% e poderia passar para 12%. No caso da agricultura, o milho e a soja, que são tributados em 3%, também passam a ser taxados em 12%, que é o limite mínimo da alíquota básica, que tem como teto 18%. 
Essa é a segunda entidade que se posiciona de maneira contrária à possibilidade. Em entrevista ao  na última semana, o presidente da Acrimat, José João Bernardes, argumentou que um possível aumento das alíquotas sobre as atividades pecuárias poderiam onerar o produtor e ainda criar um monopólio dos frigoríficos.
Acrimat teme que reforma tributária a deixe "nas mãos" dos frigoríficos
O governo estadual, que propôs a reforma tributária, espera que o projeto chegue à Assembleia até o dia 20 desse mês e que seja votada antes do fim do ano. 
De acordo com o governo, o objetivo é equilibrar os impostos pagos pelo comércio, serviços, indústrias e agropecuária do Estado. O projeto prevê unificação das alíquotas, promovendo isonomia e permitindo uma competição igualitária entre os setores produtivos do Estado.

Fonte: Carlos Palmeira 
Especial para o Rdnews
Marcadores: ,

Postar um comentário

O Portal DN Notícias não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. A equipe reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional, inseridos sem a devida identificação do autor ou que sejam notadamente falsos, também poderão ser excluídos.
Lembre-se: A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica. Você pode optar por assinar seu comentário com nome completo ou apelido. Valorize esse espaço democrático Agradecemos a participação!

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.