Mato Grosso está há 20 anos livre da febre aftosa com vacinação e a expectativa em 2016 é imunizar 29,3 milhões de cabeças.
Mato Grosso tem como meta, de acordo com o presidente do Indea, Guilherme Nolasco, a erradicação da febre aftosa até 2020, dentro do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Phefa), que envolve a participação de todos os países da América do Sul.
“Ao mesmo tempo em que comemoramos os 20 anos livre de febre aftosa, lançamos novos desafios, como a retirada da vacinação, e sermos reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, um projeto que será posto em discussão com o setor produtivo e sociedade”, destaca Nolasco.
Mato Grosso hoje exporta carne bovina para mais de 100 países. Em 2016, o estado e o Brasil conquistaram a abertura de mercado para a carne in natura por parte dos Estados Unidos, após quase 20 anos de negociações.
Segundo o presidente do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), Jorge Pires de Miranda, a vacinação contra a febre aftosa é um dos eventos mais importantes para o pecuarista, pois "é o de mantermos o status sanitário e que nos dá condições de alcançar mercados consumidores da carne produzida em Mato Grosso".
O start da vacinação contra aftosa foi dado na sexta-feira, 28, na Fazenda 3 Irmãos, em Cuiabá. O consultor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Amado de Oliveira, destaca que o pecuarista já está habituado com o seu dever em manter a qualidade da carne e principalmente o status sanitário. “Essas datas de vacinação para nós da Acrimat significam uma segurança para o mercado, para os consumidores. Esse status que nós chegamos, essa qualidade é em função do cumprimento do dever do pecuarista. Ele recebe datas, se habituou a fazer a vacinação e faz com qualidade. Esperamos que o mundo reconheça isso remunerando toda a cadeia”.
O secretário adjunto de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), Alexandre Possebon, destacou na abertura da vacinação contra a aftosa, que tal imunização tem impacto também nas demais cadeias produtivas. Ele pontuou que a suinocultura está crescendo e que conseguir uma zona livre sem vacinação impulsiona novos negócios.
Fonte: Viviane Petroli / Olhar Direto
Fonte: Viviane Petroli / Olhar Direto
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