(Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT)
Os governos de Mato Grosso e Goiás, lançaram no último sábado (30) a construção do acesso à ponte de 577 metros que liga Cocalinho (765 Km de Cuiabá), em Mato Grosso, à Aruanã, em Goiás. O investimento do Estado será de R$ 2 milhões e as obras começam imediatamente pela empresa Emsa.
De acordo com o governador Pedro Taques, a obra deve integrar os estados vizinhos. "A importância dessa ponte é a integração dos estados de Mato Grosso e Goiás, que são separados pelo Rio Araguaia. Mas este rio tem que simbolizar a união destes dois povos e trabalhamos para concretizar isso. É uma vergonha termos uma obra como esta e ela não ligar dois povos", afirmou Taques.
O governo de Goiás já investiu cerca de R$ 20 milhões na obra, o consórcio que vai administrar a ponte já contabiliza investimento de R$ 15 milhões, enquanto Mato Grosso ainda não havia investido nada desde o ano de 2006, quando a obra começou.
"Havia um dizer em Cocalinho de que Mato Grosso só entrou com a cabeceira do rio. Agora nós vamos fazer o encabeçamento da ponte. A Sinfra já tem a determinação de no ano de 2017 fazer a pavimentação dos 42 quilômetros até Cocalinho", disse Taques.
O governador de Goiás, Marconi Perillo, lembrou que a obra sempre foi um grande sonho da região. Destacou que as primeiras tratativas com Mato Grosso começaram na gestão do ex-governador Dante de Oliveira (já falecido). Desde então, o Estado de Goiás iniciou a construção através de Parceria Público-Privada (PPP). Mas, segundo ele, nenhuma das duas gestões anteriores se interessaram na continuidade do projeto.
Perillo avalia que a ponte materializa o que os governadores do Brasil Central têm como ideal, a integração entre os Estados participantes. "Eu estou feliz porque agora vamos ter condições de fazer a cabeceira da ponte e construir os acessos com asfalto, e dar funcionalidade a esta ponte", comemorou.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo Duarte, destacou que o uso da ponte também vai propiciar o direito constitucional de ir e vir. "Hoje essas pessoas que precisam ir para o outro lado dependem de balsa. Não pagam barato e ainda têm uma limitação de horário, ou seja, se não chegar no horário a pessoa acaba ficando do outro lado do rio e isso tem que acabar", disse.
Fonte: repotermt.com.br
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