O litro do leite nas gôndolas dos supermercados está sendo encontrado em torno de R$ 6,30 em Cuiabá. Já o queijo muçarela na casa dos R$ 50 o quilo, superando, inclusive, o quilo do filé mignon que em julho ficou na média de R$ 36,17 na Capital e da picanha de R$ 36,35.
O aumento nos últimos meses é decorrente a retração na captação de leite em Mato Grosso e demais Estados produtores. Em Mato Grosso, o índice de captação no primeiro semestre de 2016 foi 4% menor que o verificado o ano passado.
Em alguns supermercados e atacados na Capital mato-grossense o litro do leite UHT integral (caixinha), dependendo da marca, é visto entre R$ 4,69 e R$ 6,30.
O valor tem assustado os consumidores, que já vinham encontrando elevação de preços em alguns produtos nos supermercados, como é o caso do feijão carioca e do arroz, em decorrência a quebra na produção, diante a falta de chuvas em 2016 no Estado ou excesso das águas em outros, como no Paraná e Rio Grande do Sul.
Em alguns supermercados e atacados na Capital mato-grossense o litro do leite UHT integral (caixinha), dependendo da marca, é visto entre R$ 4,69 e R$ 6,30.
O valor tem assustado os consumidores, que já vinham encontrando elevação de preços em alguns produtos nos supermercados, como é o caso do feijão carioca e do arroz, em decorrência a quebra na produção, diante a falta de chuvas em 2016 no Estado ou excesso das águas em outros, como no Paraná e Rio Grande do Sul.
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), fechou julho com alta de 0,37%. A taxa foi puxada pelo aumento, principalmente, do feijão-preto, que ficou 15,33% mais caro, e do leite, que registrou um avanço no preço de 30%.
Segundo o Boletim Mensal do Leite, divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira, 1º agosto, mostra que a média de preço pago ao produtor nos primeiros seis meses de 2016 foi de R$ 0,95 o litro, contra R$ 0,79 o litro pagos em média no período em 2015, o que significa um aumento de 20%.
“No sentido oposto, o índice de captação no Estado reduziu 4% no mesmo período, sustentando os reajustes. Essa redução na captação já era esperada, uma vez que, muitos produtores deixaram a atividade no ano passado, em virtude dos baixos preços pagos pela matéria-prima. Além disso, os que resistiram à crise no setor, diminuíram seu plantel, a fim de baixar os custos, e agora se tem uma baixa oferta de leite e derivados em geral. Portanto, espera-se para os próximos meses um novo momento para a cadeia de leite, com recuperações na margem do produtor, tendo em vista os altos custos de produção”, explica o Imea.
Fonte: Olhar Direto
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