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Professores não aceitam proposta do Governo e permanecem em greve
Foto: Reprodução
A categoria da Educação decidiu seguir em greve, após debate na tarde desta terça (12). Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores no Ensino Público (Sintep-MT), Henrique Lopes Nascimento, uma parcela significativa dos professores rejeitou a proposta apresentada pelo Governo e outra acatou.

Diante disso, a greve será mantida, tendo em vista que o Executivo estadual atendeu somente uma das demandas solicitadas.

“A greve será mantida, porque o único ponto atendido foi o do calendário do concurso público. Em relação à implantação das Parcerias Público-Privadas (PPP) o Governo só mudou a redação, mas isso não resolve nada, e traz problemas para escola, ou seja, haverá impacto tanto no administrativo, quanto no pedagógico”, explica.

Conforme Henrique, sobre o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), no qual o Governo alega que montará uma comissão para discutir o assunto, a categoria vai participar, mas ressalta que é um direito garantido pela lei. “A nossa proposta de valorização salarial tem duas vertentes, composta por um valor fixo, que é de 7%, e pela RGA. Como o Governo não pagou a integralidade, a categoria quer que pague até a próxima data base, para não acumular”.

Neste sentido, continuarão em greve os professores da rede estadual, bem como os docentes, técnicos e administrativos da Unemat. Conforme o Sintep, a categoria deve aguardar até a próxima terça (19) um novo posicionamento do Governo. Dados do Fórum Sindical dão conta de que chega a 50 mil o número de servidores do ensino público estadual.

Imbróglio

Na tarde desta segunda (11), estudantes que voltaram a ocupar o prédio da secretaria estadual de Educação (Seduc) decidiram desocupar o local. Eles foram recebidos pelo secretário-adjunto da pasta, Edinaldo Gomes de Souza, para negociar solução sobre o impasse.

O grupo, formado por cerca de 30 jovens e adolescentes, estava acampado no pátio desde a semana passada juntamente com os professores que mantém a greve desde 31 de maio, por não concordarem com o pagamento da RGA de 7,36%,  já que reivindicam a integralidade de 11,28%.
Fonte: Camila Cervantes RDnews
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