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Imagem:Reprodução 

CELLY SILVA

Foi transferida para quinta-feira (02) próxima a reunião do Governo do Estado com o Fórum Sindical para que o Executivo apresente uma segunda proposta de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) de 11,28%. Após a recusa das categorias ao pagamento de 5% do reajuste parcelado até o ano que vem, os servidores exigiram que o governador Pedro Taques (PSDB) pague a integralidade do valor ainda neste ano, mesmo que parcelado.Após realizarem uma caminhada do Centro de Cuiabá até o Centro Político Administrativo, os mais de 5 mil servidores que participaram da manifestação tomaram um verdadeiro “banho de água fria” ao serem informados de que não receberiam uma nova proposta nesta terça-feira.Isso porque, de acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, nesta quarta-feira (01), o governador Pedro Taques terá uma agenda com o presidente interino Michel Temer (PMDB) e o secretário de Fazenda, Paulo Brustolin, se reunirá, também em Brasília, com os demais secretários de Fazenda dos outros estados e com o secretário-executivo do Tesouro Nacional, Otávio de Medeiros. Enquanto Taques tentará buscar recursos, Brustolin irá tratar da negociação da dívida do Estado com a União, o que pode acarretar em maior “aperto dos cintos” da máquina estatal.

 

Em entrevista à Rádio Mega FM, na noite desta terça-feira, Taques afirmou que para quitar suas dívidas com o governo federal, está sendo exigido do Estado que não haja mais concursos públicos e nem aumentos salariais, como forma de garantia do pagamento da dívida com a União, o que impactaria negativamente nas reivindicações dos servidores.  Para o sindicalista Oscalino Alves, do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde, a tarde de hoje foi uma frustração para as categorias. “Muita frustração não só por essa sensação de se sentir abandonado pelo governador, mas pelo descaso como os governantes estão tratando quem executa as ações do Executivo, que somos nós servidores”. Indignado, Oscalino afirma que “eles, mais uma vez, protelaram o desfecho dessa situação deprimente do trabalhador” e garante que a greve vai continuar por tempo indeterminado. O chefe da Casa Civil, Paulo Brustolin, explicou que não se trata de protelar a negociação com o Fórum Sindical, mas sim de apresentar uma proposta baseada na realidade que se formatará a partir da viagem à Brasília. “Analisamos e estávamos fechando nosso estudo para fazer a contraproposta. Suspendemos e tomamos a decisão, o governador Pedro Taques entende que é uma negociação de absoluta importância e prioritária. Por isso, não podemos correr o risco de fazer uma proposta hoje e depois de amanhã ter que mudá-la”, afirmou.

 
Fonte: Reporter MT
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