Depois de tumulto, colegiado aprova requerimentos para produzir provas e rejeita anexar grampos anti-Lava Jato e a delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado , A defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, coordenada pelo ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, abandonou na noite de hoje a sessão da comissão processante do impeachment no Senado em protesto contra o que considera violação do direito de defesa. Os poucos senadores dilmistas presentes à sessão - Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Vanessa Graziottin (PCdoB-AM) - também se retiraram da reunião em protesto. Para evitar que a petista não deixe de ser representada, pelo menos no momento, na ação de impedimento, foi nomeada a consultora legislativa Juliana Magalhães como advogada ad hoc. Pouco antes das 20h30, um tumulto tomou conta da comissão processante porque o presidente do colegiado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), decidiu que a maior parte dos 86 requerimentos de produção de provas e de escolha de testemunhas seriam votados em bloco, e não de forma individual e com manifestação de defesa em cada um dos temas. Os senadores dilmistas exigiam discutir um a um e votar separadamente ou então que fosse concedida vista para que os temas fossem apreciados posteriormente. Lira rejeitou a manobra, classificada por senadores da agora base aliada de Michel Temer como "chicana", termo jurídico para indicar uma tentativa de procrastinar o processo. CANAL FAVELA
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