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Os profissionais da educação decidiram em assembleia geral permanente nesta segunda-feira (23) que irão entrar em greve a partir do dia 31 desse mês. A classe aguardará uma contra proposta do Executivo e pode suspender a ação.
A assembleia geral ocorreu nesta tarde na Escola Estadual Professor Nilo Póvoas. Os profissionais pedem a divulgação do calendário oficial sobre a data de concurso público na educação, a não implantação das Parcerias Públicas Privadas (PPPs) nas escolas e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) de 11,28% dos servidores.
Nesta terça-feira (24) os profissionais da Educação também irão paralisar as atividades por 48h conforme está programado pelo Fórum Sindical, que está pressionando o governo conceder a reposição inflacionária dos servidores públicos. O governador Pedro Taques (PSDB) disse nesta segunda-feira (23) na sede da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) em ato que estava sendo oficializado o novo secretário da pasta, Marco Marrafon. "Sou favorável a edução de qualidade, nós discutiremos PPP, parceria para o físico das escolas, isso será debatido em audiências públicas para que os professores tratem os pedagógicos, não existe privatizações de escolas".
O governador reafirma que o Estado tem condições de repor o RGA neste momento. "São 100 mil colaboradores, 39 mil profissionais da educação ,22 mil professores, 60% desses professores são contratados. Precisamos de concurso para professores. É muito fácil falar sim. O dificil é falar não. Nós não temos condições de fazer concurso público neste ano. Não temos condições de fazer concurso neste ano. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) não permite. Quem fala a verdade não merece castigo".
Taques lembra que o acordo de reajuste salarial com a educação será mantido. "Terão 7% de acréscimo na folha de pagamento. Mas a RGA não será possível. Ou pago salários ou pago RGA".
Fonte: FERNANDA LEITE /Gazeta Digital
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