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A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso em apoio operação “Tempestas”, deflagrada pela Polícia Civil do Estado do Paraná e a Secretaria de Estado de Meio-Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará, nesta quinta-feira (28.04), cumpriu dois mandados de prisão, no município de Sinop, seguido de mandado de busca e apreensão.

Na cidade foram presos Charles Andrei Mezetti, 37 anos, Cleverson dos Santos, 39 anos. Com eles apreendidos equipamentos eletrônicos como pendrives, notebooks, HD's e documentos que podem se referir à contabilidade dos suspeitos.

A ação em Sinop foi realizada pela Delegacia Regional de Sinop com apoio da Divisão de Homicídios, coordenada pelo delegado regional Sergio Ribeiro Araujo e com a Polícia Civil do Pará representada pela Superintendência Regional de Altamira (PA), sob o comando do delegado Vinicius Sousa Dias.

Segundo a Polícia Civil e a Secretaria de Estado de Meio-Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará, a operação denominada "Tempestas" foi deflagrada nesta quinta-feira (28), para cumprimento de 45 mandados judiciais nos Estados do Pará, Maranhão, Mato Grosso, Paraná e Sergipe, para desarticular organização criminosa responsável por fraudes ambientais no ramo de comércio de madeira. Dentre as ordens judiciais estão 14 mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, cinco conduções coercitivas e 24 mandados de busca e apreensão em residências e escritórios de empresas. A investigação conta com respaldo do Ministério Público do Estado e do Poder Judiciário do Pará.

As pessoas presas e materiais apreendidos na operação estão sendo levados para a Delegacia Geral, em Belém. No total, 68 policiais civis do Pará com apoio de 20 policiais civis dos outros Estados cumprem os mandados judiciais. A investigação conta com parceria do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) vinculado à Polícia Militar do Pará; Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), Receita Federal e Polícia Rodoviária Federal. No Pará, a operação é realizada em Belém e região metropolitana; Tailândia, Novo Progresso, Santarém, Itaituba, Tucuruí e Marabá.

O delegado Marcos Miléo Brasil, coordenador da operação, explica que o esquema criminoso era realizado com uso de empresas de "fachada" e "fantasmas" que eram usadas para apresentação de planos de manejo florestal fraudulentos que visavam a aquisição de créditos florestais emitidos pelos órgãos ambientais. O objetivo era o comércio, principalmente a exportação, de madeira de forma ilegal.

Por meio desse esquema de lavagem de produtos florestais, a organização criminosa formada por donos de empresas de fachada e empresas "fantasmas" e criminosos da internet, os chamados "crackers", conseguia "esquentar" madeira ilegal que era comercializada. Os "crackers" conseguiam burlar os sistemas florestais e expediam guias florestais com dados falsos das empresas. A investigação foi iniciada em 2014, quando a ação criminosa foi denunciada à Semas e à Polícia Civil por representantes de empresas do ramo madeireiro, que estavam tendo prejuízos financeiros por causa das atividades ilícitas.​

Com informações da Polícia Civil do Pará.

Fonte: Assessoria PJC
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