Imagem: GCom MT /Gustavo Nascimento
|
O governo de Mato Grosso, por meio do Gabinete de Articulação e Desenvolvimento Regional, protocolou junto ao Fundo Amazônia, do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS), o projeto Terra a Limpo, que prevê R$ 71 milhões para a regularização fundiária nos municípios mato-grossenses.O projeto foi protocolado no último dia 29 de dezembro. Ele é uma iniciativa do Programa Mato-Grossense de Municípios Sustentáveis (PMS) e tem como a principal finalidade avançar na regularização fundiária das terras públicas e assentamentos de reforma agrária no Estado.O Terra a Limpo também pretende fortalecer a governança fundiária, e para isso contará com uma ação coordenada entre os órgãos e instituições diretamente vinculados aos poderes Executivo, como o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), e Judiciário, além de representantes da sociedade civil organizada. A medida visa trazer mais segurança jurídica, principalmente, para o público da agricultura familiar.
A situação fundiária no Estado, conta com um histórico marcado por concentração de terras e conflitos agrários, que atingem, especialmente, os pequenos agricultores e representantes da agricultura familiar.Segundo o secretário do Gabinete de Articulação e Desenvolvimento Regional, Eduardo Moura, o projeto pretende reduzir os conflitos de terra, trazer segurança jurídica, valorizar a agricultura familiar e diminuir o desmatamento ilegal no Estado.Além de realizar a regularização fundiária das terras estaduais e dos assentamentos administrados pelo Intermat, oprojeto também vai apoiar ações de regularização fundiária em glebas federais, e assentamentos administrados pelo Incra.
O Gabinete de Articulação e Desenvolvimento Regional será o responsável pelo conjunto do projeto (técnica, administrativa e financeira), mas a estrutura de gestão contará com representantes da Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Intermat, Casa Militar, Incra, Programa Terra Legal, Delegacia Regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministérios Públicos Federal e Estadual, Associação de Notários e Registradores (Anoreg), Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Associação Mato-Grossense de Municípios (AMM), organizações não governamentais, Federação de Trabalhadores da Agricultura do Estado de Mato Grosso (Fetagri) e da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato).
Fonte: Gcom/MT
Postar um comentário
O Portal DN Notícias não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. A equipe reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional, inseridos sem a devida identificação do autor ou que sejam notadamente falsos, também poderão ser excluídos.
Lembre-se: A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica. Você pode optar por assinar seu comentário com nome completo ou apelido. Valorize esse espaço democrático Agradecemos a participação!