Segundo o Ministério da Saúde, as modificações são rotineiras e decorrentes das mudanças na situação epidemiológica do país, nas indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que o estado já adotou as novas medidas em relação as doses e quanto ao público prioritário.
Para quem já tomou alguma das doses, é só seguir o esquema novo a partir de agora. No caso da polio, quem tomou a 3ª dose por gotinha, não precisa tomar a injetável.
Segundo a gerente de agravos imunopreveníveis da SES, Cláudia Soares, é de extrema importância que haja atenção para as mudanças, uma vez que apenas a administração correta das vacinas garante a imunização.
“Quando é implantada uma vacina é importante que o esquema seja completado para garantir a prevenção. Se começar o esquema e não completar, não há proteção. Por isso, a importância de seguir a administração conforme é determinado pelo MS”, explica Soares.
Confira as alterações
HPV
Como era: 2 doses para meninas de 9 a 13 anos com intervalo de 6 meses; 3ª dose 5 anos depois.
Como fica: 2 doses com intervalo de 6 meses para meninas de 9 a 13 anos.
Poliomielite
Como era: injeção aos 2 e 4 meses e gotinha aos 6 meses. 2 doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos (ambas de gotinha).
Como fica: muda somente que a 3ª dose passa ser a injetável.
Pneumonia
Como era: 3 doses (2, 4 e 6 meses de idade) e reforço entre 12 e 15 meses.
Como fica: 2 doses - aos 2 e 4 meses e um reforço aos 12 meses.
Meningite
Como era: 2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 15 meses.
Como fica:2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses.
Na vacina contra hepatite B a principal diferença está na ampliação do público alvo. A vacina agora é ofertada para toda a população, independente de idade ou condições de vulnerabilidade.
Em nota, o Ministério da Saúde fez uma ressalva em relação à vacina contra hepatite B. Devido ao atraso na entrega da vacina pelo Instituto Butantã a recomendação de ampliação da vacinação ficará adiada até que a situação do abastecimento esteja regularizada. O Ministério da Saúde não disse qual a previsão para regularizar a situação.
Fonte: Soraya Medeiros, repórter do GD
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