A Secretaria estadual de Educação (Seduc) informou nesta segunda-feira (30) que já identificou um total de 38.052 alunos “fantasmas” nas escolas estaduais de Mato Grosso. Tratam-se de matrículas inconsistentes detectadas pela Seduc por meio de um processo de auditoria que, ainda em julho, já havia apontado a existência no sistema de matrículas de pelo menos 10,8 mil alunos inexistentes. A Seduc só deverá se pronunciar detalhadamente sobre o problema a partir desta terça-feira.
Conforme o levantamento parcial divulgado em julho, o estado já havia sofrido pelo menos R$ 2,5 milhões em prejuízos causados pela inserção ou manutenção indevida de matrículas inconsistentes. Proporcionalmente, considerando o novo número de “fantasmas” quase quadruplicado divulgado nesta segunda-feira, em tese o prejuízo recalculado seria superior a R$ 8,7 milhões.
O levantamento da Seduc teve início em março por meio de auditoria nos dados do sistema de matrículas e visitas in loco.
Segundo afirmou a Seduc ainda em julho, a motivação para “inflar” o número de matrículas nas escolas seria para elevar o montante de investimentos repassados pelos governos federal e estadual.
Até aquela época, as irregularidades haviam sido encontradas em matrículas de unidades em Cuiabá, Várzea Grande, Confresa, Matupá, Água Boa, Juara, Nova Xavantinae Tapurah.
As escolas – cujos nomes não chegaram a ser divulgados – foram notificadas a respeito das fraudes nos sistemas de matrículas para que esclarecessem as inconsistências identificadas pela Superintendência de Gestão Escolar e de Gestão de Pessoas.
Os casos encontrados podem motivar a abertura de processos administrativos contra servidores que porventura estejam envolvidos com as irregularidades. O secretário adjunto de políticas educacionais da Seduc, Gilberto Fraga de Melo, ainda deve anunciar outras medidas para resolver as irregularidades.
Conforme o levantamento parcial divulgado em julho, o estado já havia sofrido pelo menos R$ 2,5 milhões em prejuízos causados pela inserção ou manutenção indevida de matrículas inconsistentes. Proporcionalmente, considerando o novo número de “fantasmas” quase quadruplicado divulgado nesta segunda-feira, em tese o prejuízo recalculado seria superior a R$ 8,7 milhões.
O levantamento da Seduc teve início em março por meio de auditoria nos dados do sistema de matrículas e visitas in loco.
Segundo afirmou a Seduc ainda em julho, a motivação para “inflar” o número de matrículas nas escolas seria para elevar o montante de investimentos repassados pelos governos federal e estadual.
Até aquela época, as irregularidades haviam sido encontradas em matrículas de unidades em Cuiabá, Várzea Grande, Confresa, Matupá, Água Boa, Juara, Nova Xavantinae Tapurah.
As escolas – cujos nomes não chegaram a ser divulgados – foram notificadas a respeito das fraudes nos sistemas de matrículas para que esclarecessem as inconsistências identificadas pela Superintendência de Gestão Escolar e de Gestão de Pessoas.
Os casos encontrados podem motivar a abertura de processos administrativos contra servidores que porventura estejam envolvidos com as irregularidades. O secretário adjunto de políticas educacionais da Seduc, Gilberto Fraga de Melo, ainda deve anunciar outras medidas para resolver as irregularidades.
Fonte: G1MT
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