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O valor de investimento previsto ainda não divulgado em razão da possibilidade de uso do Regime Diferenciado de Contratação - RDC.


Mato Grosso deve ter outra usina na divisa com Amazonas; governo prevê mais duas
O governo federal pretende leiloar mais uma usina hidrelétrica na divisa entre Mato Grosso e Amazonas, nos próximos anos. O aproveitamento Sumaúma, no rio Aripuanã, já consta no acompanhamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento em estágio de ação preparatória, que pode sair do papel.

O valor de investimento previsto ainda não divulgado em razão da possibilidade de uso do Regime Diferenciado de Contratação - RDC. A reportagem apurou que o empreendimento deve gerar 458,2 MW. A Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos já prorrogou para agosto de 2016 a entrega dos estudos de viabilidade, solicitado pelas empresas Endesa Brasil S.A. e Centrais Elétricas do Norte do Brasil - Eletronorte. Sediada em Niterói, no Rio de Janeiro, a Endesa Brasil é uma holding de empresas que atuam em distribuição, geração, transmissão e comercialização de energia.

Presente em quatro Estados do país - Rio de Janeiro, Ceará, Goiás e Rio Grande do Sul -, já atende a cerca de 5,4 milhões de pessoas em 240 municípios.

O governo também já tem outros projetos hidrelétricos sendo analisados, para 2022. Um deles é a suína Salto Augusto Baixo, com potência prevista de 1.461 MW, no rio Juruena, entre Apiacás, Cotriguaçu, Nova Bandeirantes e Apuí (AM). Já a outra é São Simão Alto, no mesmo traçado, mas com potência de 3.509 MW.

As ações envolvendo mais uma hidrelétrica entre Mato Grosso e Goiás já estão em andamento, classificadas também como “preparatórias” no acompanhamento das obras do Plano de Aceleração do Crescimento, com projeção de funcionamento em 2022. Trata-se da batizada Torixoréu, no rio Araguaia, entre os municípios Torixoréu, Riberãozinho, Ponte Branca, Mineiros (GO) e Doverlândia (GO), com 408 MW. Outra usina já incluída no Plano Plurianual 2016-2019 é batizada “Castanheira”, na qual o governo prevê até 1,5 mil empregos direitos quando as obras estiverem no auge, no rio Arinos (bacia hidrográfica do rio Juruena), em Juara, com potência instalada de 140 MW.

Isso seria capaz de abastecer cerca de 1/3 da cidade de Cuiabá, incluindo indústrias, comércios e residências. Também seria suficiente para abastecer cerca de 12 vezes o consumo dos municípios de Juara e Novo Horizonte do Norte por exemplo. Conforme informações, no Nortão, já há usinas em andamento ou em fase de finalização, com as de Sinop, Colíder, Teles Pires e São Manoel. Segundo o governo, o PPA é um instrumento destinado a organizar e viabilizar a ação pública, com vistas a cumprir os fundamentos e os objetivos. Por meio dele, é declarado o conjunto das políticas públicas do para um período de quatro anos e os caminhos trilhados para viabilizar as metas previstas.

Fonte: Só Notícias
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