Moreira dos Santos Júnior (24). Os caixões seguiram em cortejo fúnebre em cima do caminhão do Corpo de Bombeiros até o cemitério municipal, seguidos por uma longa fila de motocicletas e veículos.
O cortejo percorreu algumas ruas e avenidas da cidade, principalmente o bairro São José Operário, onde os jovens ressidiam. Muita comoção e tristeza marcou o trajeto e por onde passava, muitas famílias saíam de suas casas para se despedir com um aceno, o último adeus a eles.
No cemitério, o Bispo Dom Neri José Tondello conduziu a cerimônia de sepultamento e pediu à família e aos amigos que confiem na justiça de Deus, mesmo a ira e o ódio sendo bastante nesse momento de muita dor e sofrimento.
Amigos e familiares agradeceram a todos que se empenharam na localização dos corpos e cobraram mais uma vez que as autoridades competentes punam os autores do duplo homicídio.
Após orações e cantos, os caixões desceram ao jazigo sob salva de palmas. Muitos pegaram um 'punhado' de terra e jogaram em cima dos caixões, como um ato de despedida.
A morte de Genezis e Marciano foi o ápice da truculência e desmandos dos indígenas Enawenê Nawê em Juína. O sentimento de toda a sociedade é o mesmo e assim como a família deles, a ânsia maior é que a justiça
Fonte: Marcelo Guedes/Metro FM
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