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A notícia, do ouro brotando na terra, se espalhou para fora do estado e um grupo grande de garimpeiros experientes chegou ao local e ainda continuam chegando pessoas de todo lugar do Brasil.



É totalmente ilegal a extração das pepitas de ouro, de 400 gramas a até 1 quilo, que estão brotando, há cerca de dois meses, no solo em uma serra a 18 quilômetros de Pontes e Lacerda, na região de fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. É o que informa o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). 

O superintendente do DNPM em Mato Grosso, Marcio Correia de Amorim, disse que, tanto a PFquanto o MPFtambém estão acompanhando essa situação e podem chegar a impedir a exploração na área.

Toda extração mineral só pode ser feita coma autorização do DNPM. O superintendente do DNPM em Mato Grosso, Marcio Correia de Amorim, disse ao  que tanto a Polícia Federal quanto o Ministério Público Federal (MPF) também estão acompanhando essa situação e podem chegar a impedir a exploração na área.
Conforme o superintendente, na região que está sendo explorada tem também projeto de assentamento, o que seria outro problema preocupante.
“Já solicitamos ao Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) informações se há pessoas morando na região, mas ainda não deram resposta”, afirma Amorim.
Atualmente o DNPN está analisando um único pedido de requerimento de pesquisa e exploração feito pela Santa Helena Mineração, que já tem atividades na região, assim como outras duas empresas. No entanto, o que estas empresas fazem é o tratamento do mineral encontrado mediante perfurações. Esta situação de pepitas brotando no solo é novidade na cidade, que surgiu da garimpagem, no entanto há mais de duas décadas a atividade estava em baixa.
O prefeito de Ponte e Lacerda, Donizete Barbosa do Nascimento (PSDB), afirma que, por enquanto, tudo está sob controle, com relação ao acesso à saúde, alimentação e combustível por exemplo.
A cidade, tem apenas um hospital filantrópico, a Santa Casa de Misericórdia, mas conforme o prefeito, não teria problema de superlotação. Nos mercados, ainda segundo ele, o que tem faltado são equipamentos usados na garimpagem, como pás, geradores, corda e lanterna. “Essas peças estão em falta mesmo, mas comida tem”, garante. O abastecimento de automóveis também está normal.
“O que mais me preocupa é a chegada desses forasteiros, com seus vícios, podendo mudar o clima pacífico na cidade, que é de gente ordeira”, comentou o prefeito.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT) também entrou no caso.

“É ouro mesmo. Eu mesmo já vi várias pepitas e o pessoal está reclamando muito que tem gente faltando serviço para ir garimpar, gente de tudo que é área”, informa um empresário.

Há cerca de dois meses, pessoas da cidade estão deixando emprego para ir procurar ouro na serra, como informa o empresário Edgar Antonelli. “É ouro mesmo. Eu mesmo já vi várias pepitas e o pessoal está reclamando muito que tem gente faltando serviço para ir garimpar, gente de tudo que é área”, informa.
A notícia se espalhou para fora do estado e um grupo grande de garimpeiros experientes chegou ao local e ainda continuam chegando pessoas de todo lugar do Brasil.
A estimativa é que no local já tenha uma aglomeração com mais de 2 mil pessoas, formando uma pequena vila.
Há 15 dias, o fluxo aumentou ainda mais e a Polícia Federal já encaminhou agentes ao local. O  falou com a PF para saber como está sendo feito este controle, mas até o fechamento da matéria não houve retorno.
As Polícias Civil e Militar de Pontes e Lacerda também acompanham a dinâmica. O delegado Gilson Silveira afirma que já foram feitas detenções de pessoas com quantidades pequenas supostamente de ouro e isso configura crime de extração
ilegal.

Fonte|: Repórter News
Reprodução Internauta
serra
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