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O 3º sargento da Polícia Militar, Reinaldo Rodrigues de Souza, 44, foi morto a tiros com a própria arma durante uma briga no município de Juscimeira (157 Km ao sul de Cuiabá). Fora do serviço, ele participava da 10ª Festa da Pamonha durante a madrugada quando se envolveu em uma confusão com um grupo de homens.No auge da briga, por volta das 2h30 deste domingo (20), um dos envolvidos conseguiu tomar o revólver calibre 38 do policial e disparou pelo menos 3 tiros contra ele. Um dos disparos atingiu a cabeça do sargento que foi socorrido e levado para o Hospital Municipal de Juscimeira, mas morreu minutos depois.

O crime foi praticado em frente à Prefeitura, no Centro Administrativo de Juscimeira, região conhecida como "Caju". No local, também está localizado o destacamento policial e outros órgãos públicos.Um suspeito de ter participado do assassinato do policial já foi preso enquanto uma força-tarefa composta por vários policiais, inclusive de Rondonópolis (212 Km ao sul de Cuiabá), fazem diligências para tentar prender um segundo envolvido no crime. Por enquanto, a Polícia Militar do Município optou por não informar o nome do preso, mas disse que ele é natural do estado de Alagoas. O suspeito que é caçado pelos policiais também seria de Alagoas. Ambos estariam na região para trabalhar em uma usina.

De acordo com o sargento Ronair Miranda, de Juscimeira, o colega policial que foi morto era morador de Rondonópolis e estava lotado no município de de Jaciara (144 Km ao sul de Cuiabá). Ele foi cedido para reforçar o policiamento em Juscimeira por 30 dias e começaria a trabalhar na cidade nesta segunda-feira (21). Como já estava no município, decidiu participar da festa e se envolveu na confusão. Ainda não se sabe os motivos da briga e nem o número exato de pessoas envolvidas na confusão. "O local era muito escuro", relata Miranda.O sargento Reinaldo tinha 17 anos de serviços prestados à Polícia Militar. Ele ingressou nos quadros da PM em julho de 1998. Ao Gazeta Digital, o sargento Miranda relatou que o revólver usado no crime era de uso particular do policial e estava devidamente registrado. Ou seja, não seria a arma de propriedade do Estado usada durante o trabalho.

 

 



Fonte: Sonoticias
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