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Queimadas, falta de chuva e o fenômeno climático El Niño. A combinação desses fatores foi determinante para fazer com que a qualidade do ar fosse considerada inadequada em pelo menos 80% dos municípios de Mato Grosso, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). As consequências disso podem ser doenças respiratórias, circulatórias e cardiovasculares. Da lista dos 15 municípios monitorados regularmente pelo órgão, somente Barra do Garças, distante 516 km de Cuiabá, tem qualidade do ar considerada boa. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece que a quantidade de material particulado (proveniente da fumaça), que é o que mais prejudica a saúde humana, deve ser de 25 microgramas por metro cúbico. Na capital, de acordo com boletim do dia 22 de setembro, esse índice estava entre 43 e 45. Em Várzea Grande, na região metropolitana, oscilou entre 43 e 45. Em Juína, a 737 km da capital, os números ficaram entre 55 e 60. A situação começou a ficar pior desde o dia 11 de setembro, conforme a pasta de Meio Ambiente.O El Niño cria a situação atmosférica favorável para que a fumaça das queimadas não se disperse, como a seca prolongada e a ausência de vento, explicou o coordenador de Monitoramento da Qualidade Ambiental da Sema, o químico Sérgio Figueiredo. "Isso faz com que a alta concentração de monóxido de carbono e de material particulado não seja dissipada", afirmou.

A melhora da qualidade do ar em Mato Grosso está diretamente ligada com a ocorrência de chuvas e também a diminuição das queimadas, afirmou Figueiredo. "E não somente as queimadas em Cuiabá ou Chapada dos Guimarães. Estamos falando do estado todo e também de outros estados, porque a fumaça se espalha", disse o químico.

Um dos reflexos da poluição é a chamada perda de visibilidade do horizonte. Quem mora em Cuiabá já deve ter percebido que a cidade, em alguns momentos, fica envolta em fumaça. E, caso a chuva demore demais para vir e as queimadas aumentem, a capital poderá viver novamente o fenômeno “smog“, que consiste numa camada densa de poluição e neblina (comum em grandes centros). A última vez em que foi verificado na capital de forma mais severa foi em 2007.



Fonte: G1 MT
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