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 O governo de Mato Grosso sob o comando do governador Pedro Taques (PSDB) quer chegar a dezembro na Conferência das Partes (COP) que reúne os países membros da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) com propostas concretas para que Mato Grosso receba compensações financeiras por preservação de seus ecossistemas, Amazônia, Pantanal, Cerrado e Araguaia. Mesmo sabedor que existe falta de vontade política dos países membros, em especial os desenvolvidos, para enfrentar os problemas provocados e decorrentes da crise climática, Pedro Taques, sabe que Mato Grosso além de estar entre os maiores produtores de alimento do mundo, tem mais de 60% de sua área preservada.


“Mato Grosso e o setor produtivo estão mais do que preparados para o desenvolvimento sustentável, sendo que para isto, é necessário que haja pesados investimentos para que as políticas preservacionistas sejam mantidas e ampliadas, na mesma proporção que exista também a produção do agronegócio e a industrialização para se agregar emprego e renda”, disse o governador Pedro Taques que recebeu as ministras, de Clima e Ambiente da Noruega, Tine Sundtoft e do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira.

A ministra também anunciou aporte de R$ 32 milhões, em dois anos, para Mato Grosso investir no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Para o governo, a visita da comitiva da Noruega significa um novo rumo para o desenvolvimento econômico e ambiental de Mato Grosso, pois será visto in loco os avanços conquistados nos últimos anos, principalmente nos oito meses deste o ano onde a Secretaria de Estado do Meio Ambiente – SEMA foi reforçada e melhorada para buscar soluções práticas para a política ambiental, que reflete em outra pasta a de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária.

Nos últimos 10 anos, Mato Grosso reduziu 5,2 milhões de hectares do desmatamento ilegal, o que equivale a 91% da área entre 2004 e 2014, conforme o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe). Em números, isso representa uma queda de 11.814 km² para 1.075 km². Paralelamente, a taxa média de crescimento da produção agrícola e da área plantada cresceu em um ritmo médio de 10% ao ano, destacando-se em cenário nacional e internacional. O workshop com as ministras da Noruega e do MMA foi justamente para tratar dos desafios de manter os índices de desmatamento em declínio, promover inclusão social e ao mesmo tempo acelerar o crescimento econômico. (ML)

 Fonte: Diário de Cuiabá
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