Alline Marques

O governador Pedro Taques (PSDB) garante que será possível cumprir com os acordos firmados com os servidores em novembro, mês em que ocorrerá a concessão dos 3,11% que faltam do reajuste salarial. Mesmo com toda a crise econômica e política do país, o tucano reforça que em Mato Grosso não haverá nem atraso de salário e nem problema para conceder o reajuste.Taques analisa que isto só é possível devido às medidas de austeridades tomadas no início do Governo. Estados mais desenvolvidos que Mato Grosso passam por crises, que vão desde parcelamento de salários até o não pagamento, além disso, o governo federal reduziu os repasses e já adiantou que terá um déficit orçamentário de R$ 30,5 bilhões para 2016.Mesmo com as receitas federais reduzidas, a arrecadação do Estado tem crescido e com o enxugamento da máquina, redução de cargos, repactuação de contratos, foi possível manter um equilíbrio. O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, diz que o Governo tem trabalhado sem contar com os repasses federais, como o famigerado Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), mas espera que a União cumpra com os compromissos já assumidos, referentes aos empréstimos junto ao Banco do Brasil e BNDES, que irão para o MT Integrado e Pró-concreto.
A soma chega a R$ 1 bilhão, que, de acordo com o secretário, dá fôlego para administração estadual. Apesar desta expectativa de empréstimos, o governador já prevê que haverá cortes por parte da União nos recursos de investimentos, nos programas sociais e o PAC.
Fonte: RDNEWS
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