Um funcionário público acusado de estuprar uma menina de 11 anos foi preso pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), na manhã desta quarta-feira (05.08). O servidor público, J.P.L, 59 anos, exerce o cargo de assistente de engenharia, na Secretaria de Obras da Prefeitura de Cuiabá, local onde foi preso.
Segundo a Deddica, no dia 12 de fevereiro de 2015, o suspeito teria convidado a vizinha de 11 anos para entrar em sua casa, no bairro Jardim Presidente II, com a intenção de praticar atos libinosos. No interior do imóvel, a menina contou que foi beijada na boca, em seu corpo e ainda sido obrigada a realizar sexo oral no agressor.
O fato foi denunciado pelos pais da vítima, que acharam estranho a menina ficar sozinha com o vizinho, que segundo a apuração vinha há algum tempo aliciando e aproveitando-se da proximidade com a vítima.
Em algumas ocasiões ele teria fornecido guloseimas, também distribuído certas quantias em dinheiro à vítima e também aos seus irmãos mais velhos como forma de conseguir a confiança de todos eles. "Primeiro ganhou a confiança e depois mostrou a real intenção", disse o delegado Eduardo Botelho de Paula.
O inquérito já foi concluído e no final das investigações o suspeito teve o mandado de prisão preventiva solicitado. O Ministério Público ofereceu denúncia contra o suspeito e o Poder Judiciário recebeu a ação penal e acolheu a representação de prisão do delegado.
Segundo a Deddica, no dia 12 de fevereiro de 2015, o suspeito teria convidado a vizinha de 11 anos para entrar em sua casa, no bairro Jardim Presidente II, com a intenção de praticar atos libinosos. No interior do imóvel, a menina contou que foi beijada na boca, em seu corpo e ainda sido obrigada a realizar sexo oral no agressor.
O fato foi denunciado pelos pais da vítima, que acharam estranho a menina ficar sozinha com o vizinho, que segundo a apuração vinha há algum tempo aliciando e aproveitando-se da proximidade com a vítima.
Em algumas ocasiões ele teria fornecido guloseimas, também distribuído certas quantias em dinheiro à vítima e também aos seus irmãos mais velhos como forma de conseguir a confiança de todos eles. "Primeiro ganhou a confiança e depois mostrou a real intenção", disse o delegado Eduardo Botelho de Paula.
O inquérito já foi concluído e no final das investigações o suspeito teve o mandado de prisão preventiva solicitado. O Ministério Público ofereceu denúncia contra o suspeito e o Poder Judiciário recebeu a ação penal e acolheu a representação de prisão do delegado.
Da Assessoria
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